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Caruru resiste a glifosato no Sul
Data de publicação

02
Abril
2019

Caruru resiste a glifosato no Sul

A HRAC-BR (Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas) emitiu comunicado alertando para possível ocorrência de falha de controle de plantas de Caruru (Amaranthus hybridus) pelo herbicida glifosato. O órgão cita que a resistência foi registrada no estado do Rio Grande do Sul na safra de 2018/2019, tendo sido primeiramente informada pela Syngenta.

Alegando postura técnica e lembrando o cenário desafiador para o controle dessa planta daninha, a HRAC-BR alerta para a necessidade de reforçar a “adoção de boas práticas agrícolas, de forma a evitar possível expansão desse possível problema para outras localidades”. A Associação, porém, ressalva que o relato de resistência do caruru ao glifosato ainda não foi reportado na base global. Isso porque, alega a HRAC-BR entende que “nem todos os critérios oficiais para relato foram atendidos e os mesmos estão em andamento”. A entidade sugere, por enquanto, continuar com o uso correto do sistema integrado de manejo de controle de plantas daninhas e adotar sementes certificadas e nacionais, não somente de culturas como milho e soja, mas também de forrageiras de inverno, “para que não ocorra introdução de plantas daninhas novas e, ou resistentes nas áreas agrícolas”.

Além disso, a Associação recomenda a limpeza dos maquinários utilizados na semeadura e colheita das áreas do Rio Grande do Sul que transitam para outras áreas e/ou outros estados. Indica ainda redobrar atenção para áreas com falha de controle, priorizando a eliminação das plantas daninhas sobreviventes, seja manual ou através do uso de herbicidas de mecanismo de ação alternativos, fazendo-se da adoção da rotação dos diferentes mecanismos de ação.

Por fim, a HRAC-BR estimula em seu comunicado o “uso correto de tecnologias de aplicação, bem como o uso dos diversos mecanismos de ação para os herbicidas, em pré e pós-emergência, nos corretos momentos e de acordo com sua recomendação”. O objetivo, segundo o órgão, é “preservar, de forma eficiente, as diferentes ferramentas para o manejo das plantas daninhas, colaborando para a sustentabilidade da agricultura brasileira”. “Reforçamos que estamos acompanhando o caso e tão logo se faça necessário, o HRAC-BR emitirá novo comunicado, posicionamento e, ou, novas recomendações”, conclui o boletim assinado pelo preisdente da Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas, Caio Vitagliano Santi Rossi.

 

Fonte: Agrolink

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