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Três obviedades no agronegócio
Data de publicação

22
Outubro
2020

Três obviedades no agronegócio

Por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

 

“Quando o óbvio não vira realidade a consequência leva a insanidade”. Sobre isso a jornalista Bárbara Tuchman deixou um livro fundamental chamado “A marcha da insensatez”. Começa em Tróia, quando o óbvio era não colocar o presente de grego, o cavalo oco, para dentro de Tróia, mas o óbvio não prevaleceu e todo mundo sabe o que aconteceu.

As três obviedades no agronegócio são:

Óbvio número 1 – Agronegócio sem sustentabilidade vira só agro; não tem negócio. Não adianta reclamar, espernear e politizar. Agro e sustentabilidade é uma coisa só e tem muita gente fazendo. Como em Balsas, Maranhão, onde foi criado agora o corredor da soja responsável até o Porto de Itaqui, apenas um exemplo do óbvio.

Óbvio número 2 – Agronegócio sempre foi uma administração da cadeia produtiva, desde o consumidor e as percepções da sua mente, até o geneticista que cria a semente com produtores, agroindústrias, comércio e serviços reunidos. Logo, sem organização das cadeias produtivas agronegócio é só agro, não tem agregação de valor no negócio.

E o óbvio número 3 – Crescimento do país. O agronegócio é um legado brasileiro dos últimos 50 anos. E significa a única possibilidade de crescimento sustentável do Brasil para buscarmos um Produto Interno Bruto (PIB) digno, em torno de US$ 4 trilhões nesta década. E isso exige um planejamento estratégico nacional do “a” do abacate ao “u” da uva ou “z” do zebu, para dobrar o agro de tamanho e impactar todo PIB brasileiro. Sem planejamento estratégico do agronegócio não teremos nem agro, nem negócio e nem PIB.

O óbvio está na cara. Fazer o óbvio exige vergonha na cara. Lideranças, deixem os egos em casa porque o Brasil só precisa do óbvio; bem feito e já.

Sobre o CCAS

O Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

 

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

 

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

 

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça. Mais informações no website: http://agriculturasustentavel.org.br/. Acompanhe também o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel.

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