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RevistaNOTÍCIAS

Data de publicação

03
Novembro
2020

‘Os donos das propriedades nos avisam quando haverá aplicação de defensivos e nós fechamos as colmeias’

Após perder abelhas, apicultor recebeu suporte do Movimento Colmeia Viva e hoje preconiza mudança de comportamento quanto à legalização de apiários

 

Por Assessoria de Imprensa Movimento Colmeia Viva

São Paulo (SP) - Presente no setor apícola há 35 anos, Daniel Rodrigues produz mel nas cidades de Santo Antônio do Aracanguá, região de Araçatuba, e Marinópolis, região de Jales, no interior paulista. Trabalha junto com o filho. Na safra 2019, comenta Daniel, sua produção chegou a 7 mil quilos do produto, e foi toda comercializada nas cidades em que atua como também no Estado de Mato Grosso, ali próximo.

 

Daniel Rodrigues é mais um batalhador da produção de mel, entre tantos outros apicultores brasileiros, que coloca suas colmeias em propriedades agrícolas de terceiros, e em geral não mantém acordo comercial para tanto. “Sempre damos gratificação em mel aos proprietários”, resume Rodrigues.

 

Nos dias de hoje, Daniel Rodrigues mantém 300 colmeias no entorno de lavouras de limão, laranja e cerrado, segundo informa, e conta ainda que na região de Araçatuba há também cana-de-açúcar e áreas de mata. Até o final do ano, acrescenta, ele espera contar com mais 20 colmeias produzindo.

 

Rodrigues faz parte de uma relação de apicultores que receberam suporte do Movimento Colmeia Viva. Trata-se de uma iniciativa da indústria de defensivos agrícolas que tem por objetivo construir uma relação mais construtiva entre agricultura e apicultura, prevenir e mitigar incidentes envolvendo abelhas no entorno de propriedades rurais.

 

“Conheço o Colmeia Viva há dois anos, quando tive problema com a mortalidade de abelhas. Recebi suporte da Assistência Técnica”. A engenheira agrônoma Rhaissa Michievicy, analista de uso correto e seguro do Colmeia Viva, conforme o apicultor, o auxiliou na apuração de causas de incidentes. “Perdi quinze colmeias por conta da aplicação errada de defensivos. Em 2019, quarenta colmeias morreram.”

 

Conforme Daniel Rodrigues, o atendimento do Colmeia Viva “foi muito positivo”. “O diálogo entre as partes é essencial. Depois da visita do movimento, não tivemos mais casos de mortalidade”, reforça o apicultor. “Os donos das propriedades sempre nos avisam quando terá aplicação de produto e nós fechamos e protegemos as colmeias.”

 

Para Rodrigues, os materiais de suporte técnico do movimento fornecidos gratuitamente a agricultores e apicultores também o ajudam no manejo correto e seguro de apiários. “Eu indico o Colmeia Viva para amigos apicultores, falo da Assistência Técnica, do Manual de Boas Práticas. Foi depois da vinda do Colmeia Viva que conheci o Gedav - órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo voltado à defesa animal e vegetal - e fui atrás de regularizar minhas colmeias”, complementa ele.

 

“Uma ressalva que faço e que já comentei com uma funcionária da Defesa Agropecuária é: precisamos fazer análise das abelhas quando tem mortalidade. Porque assim saberemos se foi por conta de defensivo agrícola, ácaro, se a rainha morreu etc. É importante saber a causa e registrar o problema”, finaliza Daniel Rodrigues.

 

Confira as melhores práticas de manejo agrícola e apícola no Manual de Boas Práticas do Colmeia Viva: www.colmeiaviva.com.br

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