Como manejar doenças foliares em milho


Autores: Dagma Dionísia da Silva¹; Luciano Viana Cota²; Rodrigo Véras da Costa³
Publicado em: 16/11/2021

As condições tropicais do Brasil, com temperaturas e umidades altas na maioria das regiões, nos tornam altamente qualificados para produção de milho, mas, também, expostos a muitas doenças que reduzem a produtividade e a qualidade dos grãos.

Os problemas fitossanitários da cultura do milho variam entre as regiões e ao longo dos anos devido a variações climáticas e de acordo com o híbrido utilizado.

As principais doenças do milho no Brasil são a mancha branca (Pantoea ananatis), a ferrugem polisora (Puccinia polysora), a ferrugem tropical (Puccinia sorghi), a ferrugem branca (Physopella zeae), a helmintosporiose (Exserohilum turcicum), a cercosporiose (Cercospora zea-maydis), as podridões de espigas e grãos (Fusarium sp., Stenocarpella sp., Penicillium sp., Aspergillus sp.) e as podridões de colmo (Colletotrichum graminicola, Fusarium sp., Phaeocytostroma ambiguum, Stenocarpella sp., Macrophomina phaseolina) (Casela et al., 2006; Costa et al., 2017; Cota et al., 2017; Aguiar et al., 2016).

Mais recentemente, tornaram-se mais evidentes os enfezamentos vermelho (Phytoplasma) e o pálido (Spiroplasma kunkelli), a estria bacteriana (Xanthomonas vasicola pv vasculorum) e a mancha de bipolaris (Bipolaris maydis) (Cota et al., 2020; Sabato, 2018; Silva et al., 2017; Leite Junior et al., 2018; Costa et al.; 2014).

A seguir, serão apresentados os principais tópicos que devem ser considerados para o manejo eficiente das principais doenças foliares. Para os enfezamentos, haverá um tópico específico por se tratar de doenças que vem ganhando importância em diversos estados brasileiros e que tem seu controle baseado em ações específicas quando comparadas as demais doenças em milho.

Monitoramento das lavouras e identificação das doenças

O monitoramento das doenças é o primeiro passo para que técnicos e produtores tenham conhecimento sobre quais as doenças prevalecem em suas regiões e propriedades.

A severidade das doenças pode variar de ano para ano, pois depende do clima, do nível de resistência dos híbridos, da presença de inóculo do patógeno e do manejo adotado na lavoura.

Uma das principais funções do monitoramento é promover um melhor conhecimento dos sintomas das principais doenças que predominam na região. Além disso, o reconhecimento das fases fenológicas do milho mais suscetíveis às infecções por fitopatógenos, permite o controle mais eficiente das doenças pela possibilidade de adoção das medidas de controle no momento correto.

Assim, doenças que se iniciam na fase vegetativa, como a helmintosporiose e a ferrugem polissora, tendem a aumentar sua severidade rapidamente nessa fase, de forma que, seu controle apenas na fase reprodutiva, tende a não apresentar eficiência satisfatória, devido ao grande número de lesões esporulantes e da elevada disseminação da doença na lavoura.

Para outras doenças, que aumentam sua severidade a partir do florescimento, como a mancha branca e a cercosporiose, aplicações de fungicidas muito cedo apresentam baixa eficiência e resultam em maior número de aplicações. Na tabela 1, estão descritas as condições de temperatura e umidade e as fases iniciais e críticas de suscetibilidade do milho para a ocorrência das principais doenças.

Vale reforçar que o aparecimento e o desenvolvimento das doenças nas lavouras dependem de fatores como presença de inóculo dos patógenos na área, das condições climáticas e do nível de suscetibilidade dos híbridos. Características específicas que favorecem as doenças também são um indicativo de quais delas tendem a prevalecer numa região.

Por exemplo, a ferrugem polisora é favorecida em áreas com altitudes abaixo de 700 m, a ferrugem comum em altitudes mais elevadas, acima de 800 e a ferrugem branca em baixas altitudes e em plantios tardios (Embrapa, 2015).

Para que o monitoramento seja efetivo, é necessário conhecer nas lavouras, enquanto que, em regiões onde a incidência de enfezamentos é baixa ou ainda é considerada como nula, a presença dos insetos pode passar despercebida.

Nesse caso, o monitoramento da presença das cigarrinhas é importante para o manejo, pois seu controle deve ocorrer nas fases iniciais da lavoura, até os 30-40 dias após a emergência das plantas (Sabato, 2017; Oliveira et al., 2008).

Resistência genética

A resistência genética é a principal estratégia para o manejo das doenças pois, além de eficiente, não onera os custos de produção e permite reduzir o uso de produtos químicos nas lavouras.

No Brasil, um levantamento anual realizado por pesquisadores da Embrapa, apresenta as características agronômicas das cultivares de milho disponíveis no mercado (Pereira Filho e Borghi, 2020). Nesse trabalho, são relatados 196 cultivares de milho disponíveis no país, considerando diferentes ciclos, tipos de transgenia e indicações de locais e épocas de semeadura.

Além destas informações, também é apresentado o nível de resistência das cultivares às principais doenças predominantes no país.

Para acessar a publicação, basta acessar: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/213423/1/doc-251.pdf. Sempre que possível, recomenda-se a semeadura de mais de uma cultivar, com resistência a diferentes doenças ou diferentes níveis de resistência a uma determinada doença.

Esta ação visa reduzir o risco de perdas elevadas devido a ocorrência de epidemias de doenças, situação frequente nas condições brasileiras.

Trabalhos de pesquisa realizados por instituições governamentais, cooperativas e empresas privadas são boas fontes de informação sobre a reação de cultivares de milho às principais doenças, o que auxilia na escolha das cultivares mais adequadas em cada região.

Atualizações em eventos técnicos, congressos, seminários e dias de campo são, também, boa fonte de informações.

Controle químico de doenças foliares

Após identificar as doenças que prevalecem na região, avaliar as condições climáticas e as fases do ciclo da cultura e o nível de resistência dos híbridos para o desenvolvimento das doenças, é hora de avaliar a necessidade de realizar a aplicação de fungicidas.

A primeira recomendação é que se faça uma consulta ao sistema Agrofit, do Ministério da Agricultura para avaliar as opções de produtos registrados para as doenças do milho. Deve-se usar apenas produtos regulamentados para as doenças que afetam a cultura, seguindo-se as recomendações de doses, horários, épocas e tecnologias de aplicação, além de tomar as medidas necessárias para garantir a segurança dos aplicadores.

Existem 143 produtos comerciais registrados como fungicidas para milho no Brasil, sendo dois deles classificados como bactericidas/fungicidas. Outros sete produtos constituem o grupo dos nematicidas (Agrofit, 2020). Atualmente 33 princípios ativos, de 18 grupos químicos, compõe os fungicidas comerciais, puros ou em misturas.

Cinco princípios ativos representam a composição de todos os produtos, sendo eles o mancozeb (10%), o tiofanato metílico (13%), azoxistrobina (17%), piraclostrobina (15%) e o tebuconazol (45%) (Figura 1a). Considerando-se os grupos químicos, os números se reduzem ainda mais, pois vários princípios ativos pertencem ao mesmo grupo.

Dentre os 143 produtos comerciais, 75% e 41% das formulações disponíveis possuem princípios ativos que pertencem aos grupos dos triazóis e estrobirulinas, respectivamente (Figura 1b).

Embora haja um número considerável de fungicidas comerciais registrados para o milho, vale ressaltar que todos pertencem a poucos princípios ativos e grupos químicos. Assim, deve-se fazer uso racional desses produtos de forma a evitar a pressão de seleção dos patógenos aos princípios ativos, especialmente sobre aqueles com ação sítio específica, que são sujeitos a adaptação mais rápida das populações de patógenos, quando comparados aos multissítios.

A rotação entre produtos compostos por princípios ativos de diferentes grupos químicos é recomendada. A eficiência dos fungicidas é variável entre os patógenos.

Por exemplo, no caso da mancha branca, o grupo dos triazois apresenta baixa eficiência quando comparado às estrobilurinas, e situação inversa ocorre para o controle da helmintosoporiose (Costa et al., 2012a).

Assim, o uso de produtos compostos por misturas de princípios ativos será a melhor opção quando várias doenças ocorrerem.

A alternância entre princípios ativos com diferentes modos de ação também deve ser considerada, além da rotação de produtos com modo de ação sítio-específicos e multissítios. Estas recomendações evitam o surgimento de populações de patógenos resistentes às moléculas fungicidas. Estas recomendações auxiliam a evitar o surgimento de populações de patógenos resistentes às moléculas fungicidas.

Para milho, os princípios ativos sítio-específicos disponíveis pertencem aos grupos triazois, estrobirulinas, carboxamidas, carboxanilida, benzimidazois, pirazol carboxamida.

Os multissítios pertencem aos grupos sulfúricos (enxofre), ditiocarbamatos (mancozeb), dimetilditiocarbamatos (tiram), dicarboximida (captana), isoftalonitrila (clorotalonil) e fenil-pirrol (fludioxonil). Além desses, um produto biológico indutor de resistência (óleo de melaleuca), antibióticos e amônio quaternário compõe as opções de controle.

Na Tabela 2, estão descritos os grupos químicos, a natureza, o modo e o sítio de ação dos grupos químicos registrados no Agrofit/MAPA para milho. Na Tabela 3, estão descritas quais doenças são controladas por diferentes princípios ativos.

É importante reforçar que o uso de fungicidas é recomendo para situações de elevada pressão de doenças, visando a preservação do potencial produtivo dos híbridos. Além disso, o uso de algumas moléculas fungicidas com efeitos diretos na fisiologia das plantas pode interferir negativamente, reduzindo a produtividade (Costa et al.; 2012b).

Manejo dos enfezamentos

O controle da cigarrinha D. maidis e a resistência genética são estratégias importantes no manejo dos enfezamentos. Trabalhos realizados recentemente, identificaram híbridos com diferentes níveis de resistência aos enfezamentos e seu efeito na redução da produtividade (Cota et al., 2018; Costa et al., 2019).

A figura 2, apresenta a reação de 32 híbridos aos enfezamentos e o seu efeito na produtividade. Neste trabalho, foi utilizada uma escala de notas variando de 1 a 6 para avaliação da severidade dos enfezamentos, onde

1: ausência de sintomas;

2: plantas com menos de 25% das folhas com sintomas, ou seja, folha avermelhada ou amarelada, ou apresentando faixas cloróticas em sua inserção;

3: plantas com 25% a 50% das folhas com sintomas;

4: plantas com 50% a 75% das folhas com sintomas;

5: plantas com mais de 75% das folhas com sintomas e

6: plantas com morte precoce causada por enfezamentos (Silva et al., 2003).

Foi possível observar que todos os híbridos apresentaram sintomas de enfezamentos, em maior ou menor intensidade, e que os híbridos com alta severidade da doença tiverem perdas altas na produtividade.

Também foi observado que alguns híbridos podem ser menos tolerantes aos enfezamentos, com redução significativa na produtividade, mesmo apresentando uma severidade intermediária. No trabalho de Costa et al.

(2019), trinta híbridos de milho foram semeados em três locais no estado do Tocantins (Pedro Afonso, Porto Nacional e Aparecida do Rio Negro) em diferentes épocas de semeadura.

Os autores também observaram alta variabilidade entre os híbridos de milho quanto à resistência aos enfezamentos e interação com o local. Neste trabalho os híbridos mais resistentes nestes locais foram o MG652 PW, o Penta VIP, o MG600 PW, o NS90 PRO2, o LG3040 VIP3, o MG580 PW e o Defender VIP.

Outros híbridos apresentaram resistência nos dois primeiros plantios e foram suscetíveis no último, o que mostra a necessidade de avaliações sob alta pressão de população de cigarrinhas.

Os híbridos mais produtivos foram MG580 PW, SYN 5T78 VIP, 2B810 PRO MG600 PW, Supremo VIP, 2B512 PW, NS92 PRO2, P30S31 VYH, MG652 PW, Penta VIP, SX5371 VIP3 e LG6036 PRO. Neste trabalho, a incidência dos enfezamentos aumentou e houve redução da produtividade no plantio tardio, o que reforça a recomendação de evitar semeaduras tardias de milho conforme Oliveira et al. (2003).

Além da resistência genética, outras práticas culturais devem ser usadas buscando reduzir os prejuízos causados pelos enfezamentos (Cota et al., 2020). Na tabela 4, estão descritas as práticas recomendadas para o manejo dos enfezamentos.

Por não haver produtos disponíveis para controle dos molicutes e do MRFV, o controle da cigarrinha é uma estratégia importante para a redução da ocorrência de enfezamentos.

Para o controle da cigarrinha, 25 produtos comerciais estão registrados no Agrofit/MAPA, para pulverização e tratamento de sementes (Tabela 5). Além de fazer o tratamento de sementes é importante que as pulverizações ocorram nas fases iniciais da lavoura, até os 30-40 dias após a emergência das plantas (Sabato, 2017; Oliveira et al., 2008).

Passado este período, as cigarrinhas ainda serão vistas na lavoura, porém a transmissão provavelmente já terá ocorrido e os sintomas dos enfezamentos serão vistos em fases posteriores e nada mais poderá ser feito.

Além disso, as cigarrinhas irão passando das lavouras mais velhas para as mais novas, sua população pode ir aumentando e a transmissão entre lavouras também.

Práticas culturais no manejo de doenças

Outras práticas de manejo podem ser usadas para redução das doenças, dentre as quais a época de plantio, população de plantas, densidade de semeadura, adubação equilibrada, manejo sustentável do solo, uso correto da irrigação e rotação de culturas. Tais práticas dependem das doenças predominantes e das condições de cultivo da região.

Além disso, devem ser utilizadas como parte de um programa de manejo integrado de doenças.

Como exemplo, em regiões onde se cultiva trigo, milho e sorgo na mesma área, são comuns problemas com grãos ardidos e micotoxinas, pois espécies de Fusarium, como F. graminearum que produz zearalenona, infectam estas culturas e os restos culturais no solo permitem o aumento do potencial de inóculo.

Na tabela 06 estão listadas algumas práticas e sua eficiência no manejo de doenças do milho. Além das práticas já conhecidas para redução de doenças, a eliminação de tigueras passa a ser considerada como ação importante do manejo de doenças, pois o milho que cresce nas áreas aumenta a ponte verde e favorece a manutenção de inóculo de patógenos e insetos entre safras.

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