Sistema de produção de milho nos Campos Gerais do Paraná


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Publicado em: 30/06/1991

A região dos Campos Gerais, situada entre o primeiro e o segundo planalto, no Centro-Sul do Paraná, tem área aproximada de 20.000 km². A formação florística caracteriza-se pela presença de gramíneas baixas, sendo desprovida de arbusto, ocorrendo apenas matos ou capões, limitados às depressões em torno das nascentes.

A classificação climática é subtropical úmido mesotérmico, com verões frescos, geadas severas e frequentes, sem estação seca. O relevo é suave ondulado, de pendentes longas e altitude que varia de 840 a 980 metros. As principais unidades pedológicas de uso agrícola são os Latossolos Vermelho-Escuros, os Latossolos Vermelho-Amarelo, Podzólico Vermelho-Amarelo e com menor expressão os cambissolos e os hidromórficos. Em geral são solos provenientes de arenitos e argilitos ácidos, com baixo conteúdo de bases, carentes em fósforo e suscetíveis à erosão.

Histórico

O desenvolvimento da cultura do milho na região das Cooperativas ABC, deu-se basicamente em função de três pontos:

a) o crescimento da pecuária leiteira, que provocou a busca de sistemas de alimentação mais eficientes;
b) a expansão da área agrícola, permitindo mais uma opção de cultivo, com importante função na rotação de culturas e produção de grandes quantidades de material orgânico, para a manutenção do sistema de plantio direto;
c) a produção de grãos expandiu o parque industrial, incrementando a produção de concentrados para bovinos, aves e suínos. Recentemente, o desenvolvimento da silagem de grãos úmidos representou importante alternativa na alimentação de suínos.

Evolução da produtividade

A partir da década de 1980 observou-se aumentos significativos de produtividade no milho. Os itens que contribuíram para esse aumento de produtividade foram:

a) Material genético: a precocidade foi de grande importância, pois a colheita mais cedo permitiria equacionar o fluxo do milho e da soja, evitando o congestionamento nas operações de colheita e transporte; no porte, considerou-se o comportamento perante o acamamento, a quebra de grão e o maior rendimento na colheita mecânica; na sanidade considerou-se a tolerância e/ou resistência do material a doenças do colmo e das folhas;
b) Adubação nitrogenada: elevou-se a quantidade de nitrogênio aplicada de 45 para 90 kg/ha;
c) Época de plantio: semeadura em época das melhores condições de água e temperatura, para evitar a floração em época de possível verânico;
d) “Stand”: aperfeiçoamento de máquinas que permitissem o número adequado de plantas/ha, distribuição uniforme e controle da profundidade de plantio das sementes;
e) Controle de ervas: emprego de alternativas de controle para manter a “lavoura no limpo”, como incremento da produção de palha em torno de 6 t/ha, uso de rotação de culturas e de herbicidas de manejo.

Parâmetros de alta produtividade

No desenvolvimento e/ou crescimento das plantas, quatro variáveis ambientais têm influência decisiva: temperatura (do ar e do solo), precipitação pluviométrica, radiação solar, fotoperíodo.

Temperatura do ar

As condições térmicas do ambiente influenciam o milho desde o plantio até a maturação, em maior ou menor grau, em função do estádio fenológico em que se encontra. Os métodos que se baseiam na temperatura do ar, para análise do desenvolvimento vegetal, pressupõem uma linearidade entre a temperatura e o desenvolvimento da cultura.

Dentre os vários métodos desenvolvidos para avaliar os efeitos da temperatura na comunidade vegetal, o de graus-dia ou unidades térmicas vem sendo muito utilizado. Em regiões com altitudes superiores a 840 m, temperaturas frias na primavera e noites frescas no verão, esse método é de grande importância. Permite a escolha do material genético, em função das exigências térmicas (ciclo) e a época de plantio mais adequada, não somente para a boa germinação, mas também de acordo com as influências das temperaturas noturnas no florescimento e maturação fisiológica.

O florescimento ocorre mais rapidamente quando as temperaturas estão próximas a 25ºC e é retardado à medida que diminui a temperatura. Outro efeito importante é o da temperatura média noturna sobre a germinação do pólen. A exposição prolongada à temperatura acima de 32ºC reduz a germinação dos grãos de pólen, podendo em alguns materiais chegar a 100%. Elevadas temperaturas durante a noite aumentaram a taxa de respiração e reduziram a produção total de matéria seca; tempo frio e baixa luminosidade reduziram a produção de fotossintatos.

Precipitação

A distribuição de chuvas para atingir alta produtividade deve atender às necessidades da planta em cada estádio fenológico adequadamente e à quantidade total de água exigida pela cultura. Há necessidade de 650 a 750 mm de água para a produção de 18.000 kg/ha de matéria seca. A falta de água no solo é sem dúvida o principal fator de redução na produção de matéria seca.

O processo de transporte no sistema solo-planta-ambiente é dinâmico. Portanto, a absorção, o transporte e a transpiração de água pelas plantas é consequência de um conjunto de fatores que são a evapotranspiração potencial, resistência dos estômatos à difusão de vapor, água disponível no solo e a densidade de raízes.

Quatro pontos devem ser levados em consideração para melhor aproveitamento da precipitação: a) A época de plantio, visando estoque inicial de água no solo para a germinação e o desenvolvimento inicial da planta; b) A população de plantas, que deve ser compatível com a capacidade de armazenamento de água no solo; c) O manejo do solo, visando reduzir as perdas de água por evaporação para a atmosfera, e melhorar a drenagem, em períodos onde ocorre excesso de água, na zona radicular; d) O planejamento da adubação nitrogenada em função dos estádios de maior demanda, em compatibilidade com o estoque hídrico do solo.

Radiação solar

Dentre as plantas cultivadas, o milho é uma das mais eficientes em converter a energia luminosa em matéria seca. Estudos relatam que a fotossíntese líquida das plantas “C4”, como o milho, atinge valores de 50–70 mg de CO&sub2; por dm² de folha, por hora, enquanto que as plantas “C3” fixam muito mais baixas, entre 15 e 35 mg de CO&sub2;.

Muitos estudos relatam sobre a translocação e a redistribuição dos fotossintatos e a determinação da contribuição que cada parte da planta tem no suprimento de metabólitos, de grande importância para os programas de produção de milho. Cerca de 50% dos carboidratos acumulados nos grãos são provenientes das folhas do terço superior da planta, enquanto que aproximadamente 30% são provenientes das folhas do terço médio e o restante provém das folhas distribuídas no terço inferior.

Em termos práticos, a utilização desses conhecimentos no campo teve dois aspectos importantes a ressaltar: a) aumento de produção de grãos quando as folhas que contribuem para o desenvolvimento da espiga encontram-se posicionadas de modo a receber a maior iluminação possível. Nesse sentido, a utilização de genótipos com folhas eretas seria mais interessante. b) a definição da população de plantas adequada também será um fator de equilíbrio para alcançar o limite de saturação de luz e, por conseguinte, o limite máximo de fotossíntese e produção de matéria seca.

O solo

A compreensão do sistema solo-planta visando altas produtividades deve ser atingida em função dos seguintes itens: a) O conhecimento da exigência nutricional, associado ao da marcha de absorção de nutrientes nos diferentes estádios, permite identificar os períodos de maiores exigências, bem como estabelecer a estratégia de reposição de nutrientes; b) O conhecimento do genótipo quanto às respostas diferentes na utilização e na conversão dos nutrientes assimilados em grãos; c) A eliminação dos fatores limitantes ao desenvolvimento do sistema radicular, tais como camadas compactadas, níveis tóxicos de alumínio e carência em bases (Ca, Mg e K); d) O manejo do solo, objetivando evitar a erosão, mantendo o suprimento de água ao longo do perfil, com condições para desenvolvimento do sistema radicular em profundidade.

Em levantamento realizado em quinze produtores da região ABC observou-se que o investimento no manejo e na fertilidade do solo resultou em produtividades elevadas.

Outros fatores

Outros fatores contribuíram para essas produtividades elevadas: a) Introdução de material genético com maior potencial; b) Melhoria no “stand” (número de plantas/ha, distribuição uniforme e controle da profundidade de semeadura), através do uso de plantadeiras de maior precisão; c) Adubação nitrogenada em torno de 120 kg de N/ha (plantio mais cobertura); d) Rotação de culturas, de maneira que o milho seja plantado após duas safras de soja.

Nesse sentido, a estratégia de manejo para a obtenção de produtividades elevadas tem sido em duas linhas: 1) Em solos sob plantio direto, sem problemas de natureza física, aumentar o nível de cálcio em subsuperfície, o nível de potássio e introduzir leguminosas como cobertura verde de inverno antes do plantio do milho. 2) Em solos sob plantio direto, com problemas de natureza química, ou seja, presença de alumínio em subsuperfície e/ou baixo nível de bases, proceder à correção, para elevar o potencial produtivo.

Na safra 89/90 foi avaliada a profundidade efetiva do sistema radicular do milho em diversas situações de manejo do solo. Nas áreas com 6 a 14 anos de plantio direto observou-se sistema radicular bem desenvolvido, ocorrendo o encontro de raízes entre fileiras, atingindo a profundidade efetiva entre 75 e 90 cm. A presença de canais e/ou galerias formadas por organismos do solo eram frequentes, sendo visível a concentração de matéria orgânica em decomposição, em maior profundidade de 50 a 90 cm, com maior quantidade de raízes.

A presença de maior quantidade de raízes nesses “sítios de M.O.” parece estar relacionada com a disponibilidade de fósforo e sua absorção, com extrusão de OH ou HCO&sub3; para a solução do solo, elevando o pH. Observou-se também que o alumínio estava em níveis baixos, sem causar interferência no crescimento das raízes.

Por outro lado, em áreas onde o solo foi preparado a uma profundidade de 30–50 cm, um a dois anos antes da cultura do milho, também encontrou-se bom desenvolvimento e uniformidade do sistema radicular, com profundidade efetiva de raiz superior a 60 cm. Em áreas com mais de 06 anos de revolvimento do solo, houve uma intensificação da meso e macrofauna, transportando material orgânico em superfície e dando condições físicas para crescimento das raízes.

Avaliação de pH, fósforo e C% do solo na rizosfera do milho, em três trincheiras, propriedades agrícolas: Chácara Hawaí — 14 anos PD — LVA — Prof. efetiva sist. radic. 95 cm — pH (CaCl&sub2;) 5,8 — P 19 ppm — M.O. solo 7%; Faz. Agripastos — 11 anos PD — LVE/PVa — 80 cm — pH 6,1 — P 19 ppm — M.O. 7%; Faz. Frankana — 11 anos PD — LVE — 80 cm — pH 5,5 — P 48 ppm — M.O. 4%. (Fonte: Área de Fertilidade do Solo — Fundação ABC, 1990, dados não publicados)

Rotações praticadas nas Cooperativas ABC (principais rotações praticadas pelos agricultores das Cooperativas ABC):
Rotação 1: Ano 1: Aveia¹/Milho; Ano 2: Aveia/Soja; Ano 3: Trigo/Soja.
Rotação 2: Ano 1: Aveia/Milho; Ano 2: Trigo/Soja; Ano 3: Aveia/Soja. (No inverno trigo intercalado; no verão 1/3 de milho e 2/3 de soja.)
Rotação 3: Ano 1: Leguminosa¹/Milho; Ano 2: Aveia/Soja; Ano 3: Trigo/Soja. (No inverno 1/3 de leguminosa, 1/3 de aveia e 1/3 trigo. No verão 1/3 de milho e 2/3 de soja.)
Rotação 4: Ano 1: Aveia/Milho; Ano 2: Trigo/Soja; Ano 3: Aveia/Milho. (No inverno: trigo, 1 vez em cada 3 anos. No verão: 1/2 de milho e 1/2 de soja.)
¹ Cultura utilizada como adubação verde.

A planta ideal

A discussão sobre a planta ideal de milho é longa e complexa. Recentemente, Magalhães & Silva (1987) fizeram uma extensa revisão bibliográfica sobre o assunto, na qual discutiram pontos importantes.

Alguns resultados de diversos pesquisadores servem como informação prática para a tomada de decisão no planejamento de uma lavoura: a) Alguns trabalhos indicam que as folhas acima da espiga principal seriam responsáveis por até 80% da matéria seca acumulada nos grãos, nos germoplasmas de regiões temperadas; b) Alguns autores citam que em maiores latitudes, as plantas deveriam apresentar grande número de folhas acima da espiga principal, com folhas eretas na parte superior e pendentes na região intermediária; c) Certos pesquisadores relatam que plantas com folhas eretas na parte superior poderiam proporcionar aumento de aproximadamente 40% na produção de grãos; d) Em condições brasileiras, a seleção para aumento da prolificidade em várias populações (IAC — Campinas) acarretou aumento na produção, com paralela elevação da altura da espiga; e) Alguns pesquisadores citam que a presença das folhas eretas, apesar de não ter aumentado a produção de grãos, melhorou sensivelmente a resistência mecânica do colmo. Verificou-se que o material com folhas eretas apresentou um acamamento de 33%, contra 55% dos tipos selecionados para folhas pendentes; f) Seria interessante selecionar tipos contrastantes com folhas eretas e folhas pendentes normais, prolíficos e não prolíficos, com endosperma duro e com grãos dentados.

Assim sendo, na primeira fase de desenvolvimento do milho na região ABC, os critérios para escolha de genótipos para plantio foram em função da sensibilidade do agricultor e suas necessidades:

Opção por híbridos, em vez de variedades: as variedades produziram menos; houve irregularidade na produção de sementes e problemas de distribuição no mercado, irregularidade no material, e plantas com porte alto e sensíveis a quebramento e acamamento;
Porte médio/baixo: com o objetivo de obter maior eficiência na colheita mecânica e evitar problemas de quebramento e acamamento;
Precocidade: com o objetivo de colher antes da soja, para distribuir melhor o uso das máquinas e evitar o congestionamento nas operações de transporte e recepção na Cooperativa;
Sanidade: materiais com tolerância e/ou resistência às doenças foliares, visando à utilização para silagem;
Tipo de grãos: visando tolerância a doenças de espigas, para obtenção de grãos com qualidade para a fabricação de ração.

Atualmente, alguns itens estão sendo inseridos no critério de escolha de híbridos: porte baixo, no sentido de tolerar maiores densidades na semeadura, mantendo uniformidade das espigas; tipo de grãos dentados a duros, tolerantes a doenças de espiga; plantas responsivas a solos com alta fertilidade; plantas com colmos firmes e bom enraizamento; espigas medianas, com maior peso de grãos.

Uma avaliação em 5 épocas de plantio

Um experimento realizado em Carambaí (município de Castro, PR) mostrou o comportamento do híbrido P-3230, de ciclo precoce, indicado para regiões altas. Avaliação dos componentes da produção em cinco épocas de plantio, 88/89: Época 1 (2ª quinzena de setembro): matéria verde 34.920 kg/ha; matéria seca 15.000 kg/ha; espiga na M.S. 54,4%; produção grãos 7.455 kg/ha; altura planta 172 cm; ciclo 182 dias. Época 2 (1ª quinzena de outubro): MV 48.359; MS 17.360; espiga 62,2%; grãos 9.771 kg/ha; altura 232 cm; ciclo 167 dias. Época 3 (2ª quinzena de outubro): MV 50.344; MS 16.160; espiga 59,2%; grãos 9.214 kg/ha; altura 253 cm; ciclo 157 dias. Época 4 (1ª quinzena de novembro): MV 59.973; MS 14.810; espiga 46,0%; grãos 7.227 kg/ha; altura 287 cm; ciclo 157 dias. Época 5 (2ª quinzena de novembro): MV 59.471; MS 12.780; espiga 40,1%; grãos 7.273 kg/ha; altura 297 cm; ciclo 153 dias. (Fonte: Keplin, L.A.S., Setor Agrostologia, Fundação ABC, dados não publicados)

Observaram-se os seguintes pontos: a) Aumento na produção de matéria seca e na porcentagem de espigas e grãos até a época 2 e redução a partir da época 3. Durante os estádios fenológicos do milho, nas épocas 2 e 3, ocorreram temperaturas mínimas e máximas dentro das faixas ideais para os processos fisiológicos, bem como a polinização adequada. A distribuição de chuvas garantiu o suprimento de água para as plantas e a absorção de nutrientes durante os estádios de maior demanda; b) O aumento na produção de matéria verde foi crescente, da época 1 até a época 4; c) A altura da planta e a altura de inserção da espiga foram crescentes até a época 5; os colmos ficaram finos e suscetíveis a quebramento e acamamento; d) O percentual de colmo na matéria seca, assim como o de folhas, apresentou a mesma tendência; e) A partir da época 3 as temperaturas mínimas e máximas afetaram a produção; observou-se redução do ciclo em até 29 dias, indicando a influência da temperatura sobre as necessidades térmicas do genótipo, atingindo a maturação em menor período.

Produtividade e custos

Vale a pena aumentar a produtividade para altos níveis? Responderíamos que sim, desde que seja levado em consideração o sistema de produção como um todo, ou seja, desde o investimento realizado no solo ao longo dos anos até a capacidade administrativa do agricultor.

Para o agricultor assimilar o conjunto de técnicas geradas e administrá-las dentro de sua propriedade, é preciso que ele se conscientize da necessidade de empregá-las e aprenda a implementá-las.

Neste sentido, vem sendo promovido um concurso de produtividade de milho com o objetivo de obter indicadores entre os agricultores, dos itens de trabalho mais importantes a desenvolver e a eficiência de cada um, em termos de produtividade x custos. Observou-se que nem sempre maior fertilização traduz maior produtividade ou lucratividade e, muitas vezes, no planejamento cuidadoso do plantio, o manejo correto dos tratos culturais, enfim, a boa administração na lavoura, podem resultar em maior produtividade sem onerar os custos.

Comparativo entre a média de produção de milho na região ABC e as médias obtidas em agricultura com alta tecnologia e em ensaios de produtividade: Ensaios de produtividade (kg/ha): AG 303 = 9.754; C 525 = 10.086; P 3230 = 11.779; P 3072 = 11.276; Média geral = 10.834. Produtores agricultura alta tecnologia (kg/ha): Aldo G. Holdran 9.857; Arthur J. Aardoom 9.391; Arthur J. Aardoom 9.403; A. J. Aardoom 12.865; H. J. Holdran 11.178; média 10.796. Média da região ABC = 6.500 kg/ha (1.000 sementes). (Fonte: Fundação ABC)

Considerações finais

Em resumo, a tabela seguinte apresenta os itens dentre os componentes da produção que são decisivos para a alta produtividade. O conhecimento dos parâmetros que delineiam altas produtividades, aliado à capacidade de investimento e administração, devem ser considerados para que se obtenham produtividades elevadas, com menor custo possivel.

Desafios

No sistema de produção de milho, dois fatores têm sobressaído como linhas de desenvolvimento: o solo, no manejo de sua fertilidade, e o material genético. Quais são as linhas de pesquisa que precisamos perseguir para se alcançar altas produtividades com eficiência?

João Carlos de Moraes Sá — Engenheiro Agrônomo da Área de Fertilidade do Solo, Fundação ABC, Carambeí, Castro-PR