Cerca de 35 pessoas, representando a maioria dos 21 CATs existentes no Rio Grande do Sul, além de pesquisadores da EMBRAPA-CNPT de Passo Fundo e da FUNDACEP-FECOTRIGO, representantes da ICI Brasil e outras entidades, participaram da reunião que definiu o local, Tapera, e os temas que serão desenvolvidos no 9º ENCAT.
A ocasião foi oportuna para uma retomada das discussões sobre as principais questões vividas no momento pelos usuários do sistema plantio direto e membros dos clubes. Cada representante de CAT presente na reunião falou das dificuldades por que passa cada local.
Principais problemas
A partir da manifestação dos diversos CATs, existe um elenco de questões relativas ao manejo do solo, que ainda precisam ser debatidas. Os itens prioritários levantados foram os seguintes: máquinas para pequenas propriedades, adaptações; manejo de gado, pisoteio em aveia e azevém, integração lavoura-pecuária; pragas de solo e coberturas de inverno; assistência técnica, difusão da tecnologia; fertilidade do solo; adequação das áreas para introdução do plantio direto; insetos, pragas e doenças; custos; dificuldades com solos pesados.
Dentre os itens citados pelos membros do CAT, foram escolhidos aqueles que dizem respeito a todos e que podem ser debatidos no curto espaço de um dia: perspectivas gerais da agricultura, importância da valorização da assistência técnica, insetos, pragas de raiz e depoimentos de agricultores sobre experiências pessoais na condução do plantio direto em suas propriedades.
A reunião dos CATs serviu igualmente para definir o treinamento técnico realizado em agosto na Embrapa de Passo Fundo, para difusores de tecnologia.
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