Passada a primeira semana após a realização do Iº Encontro Nacional de Milho e Sorgo, começaram a chegar manifestações de várias partes do país, de autoridades, pesquisadores, produtores e outros segmentos, parabenizando a Fundação ABC, Prefeitura Municipal de Ponta Grossa e os demais organizadores pela excelente qualidade do evento, que ficará na história da agricultura brasileira.
A organização e o conteúdo técnico do Encontro ultrapassaram a todas as expectativas. Cerca de 1.600 pessoas inscreveram-se para assistir às palestras, debates e exposições no Centro de Eventos de Ponta Grossa e mais de 4.000 agricultores, técnicos e outros interessados visitaram o campo demonstrativo de 20 ha, onde foram plantados mais de 750 itens relativos à cultura do milho e sorgo.
“Apesar de aguardarmos um número maior de pessoas, em termos de qualidade, tudo ultrapassou as nossas próprias expectativas. Quem largou suas atividades particulares e veio ver o projeto que montamos durante um ano, jamais esquecerá o que viu. As empresas que participaram e tornaram viável o Encontro estão gratificadas pelo movimento que tiveram e pelo envolvimento com algo moderno e uma tecnologia de ponta. Ao que tudo indica, conseguimos realizar um evento de 1º mundo.”
As declarações são do Engenheiro Agrônomo Mauri Sade, da Fundação ABC, principal coordenador do 1º Encontro, numa análise mais tranquila, depois que o sufoco maior havia passado. Segundo ele, “como projeto técnico, o Encontro atingiu seus objetivos e nós, internamente, estamos muito satisfeitos, porque contribuímos para o desenvolvimento da tecnologia do milho neste país.” Para Mauri Sade, fica a expectativa e o desafio que outros setores da agricultura nacional sigam o exemplo e façam ações similares em benefício de nossa agropecuária.
Para o Engenheiro Agrônomo Carlito Loss, também da Fundação ABC, “aquilo que foi colocado no campo demonstrativo teve um nível de acerto muito elevado e o público que compareceu, com certeza, conseguiu tirar muitas dúvidas em relação ao milho. Ficou provado que é possível ter altas produtividades em diversas condições e que tudo depende da tecnologia aplicada.” Para Carlito Loss, a parte plenária também foi importante, com muitas informações sendo veiculadas, com tudo que vai no mundo do milho, desde a produção, com todos seus aspectos, até a parte final do armazenamento e da comercialização.
Para o Engenheiro Agrônomo João Conrado Schmidt, Secretário Municipal de Agricultura de Ponta Grossa, cuja colaboração maior se deu em nível da infra-estrutura para o Encontro, este atingiu plenamente seus objetivos na medida em que a região, que se destaca por um avanço tecnológico e na produtividade de diversas culturas, ajudou a mostrar para agricultores e técnicos e outros segmentos, que o milho é de fundamental importância para o futuro da agricultura brasileira. “Encaramos a realização do Encontro como uma obrigação de difundir o que Ponta Grossa e a região possuem de bom e acho que atingimos nossos objetivos.” Confirmou ele.
matéria pós-evento sobre o 1º Encontro Nacional de Milho e Sorgo (1.600 inscritos + 4.000 visitantes). Depoimentos dos Engs° Agr° Mauri Sade (Fundação ABC, coordenador), Carlito Loss (Fundação ABC) e João Conrado Schmidt (Secretário Municipal de Agricultura de Ponta Grossa)