comportamento do fósforo no Sistema Plantio Direto difere em relação ao preparo convencional em três pontos básicos: a) o não revolvimento do solo reduz o contato entre os colóides e o fon fosfato, amenizando as reações de adsorção; b) a manutenção de resíduos culturais sem a sua incorporação ao solo resulta na formação de linhas com maior concentração de fósforo devido à fertilização das culturas; c) a mineralização lenta e gradual dos resíduos proporciona a liberação e redistribuição de formas orgânicas de P mais estáveis e menos susceptíveis às reações de adsorção.
Outro ponto muito discutido refere-se ao modo de aplicação do fertilizante fosfatado, tendo em vista que as opções para sua utilização restringi-se a praticamente duas: no sulco de semeadura ou a lanço, sobre os resíduos culturais.
Triplett (1975), revisando a literatura sobre a utilização de fósforo na cultura do milho no sistema plantio direto, constatou que alguns pesquisadores (Belcher e Ragland, 1972; Gniíith, 1974; Moschler et al., 1972; Triplett et al., 1972) encontraram resposta satisfatória para a aplicação do fósforo a lanço sobre os resíduos culturais. Entretanto, alguns desses trabalhos foram conduzidos em áreas com elevado teor de P ou com baixos níveis de produtividade. Em outra situação, Eckert e Johnson (1985) trabalhando com solos de Ohio-EUA, obtiveram mairor rendimento de grãos de milho com a aplicação no sulco de semeadura, além do elevado coeficiente de recuperação do fósforo aplicado.
Em solos muito intemperizados, tal qual os encontrados nas diversas regiões brasileiras, além da elevada capacidade de adsorção, os teores de P extraível pelos métodos de rotina acusam elevada carência do elemento.
A maioria dos solos brasileiros enquadram-se nessas condições, porém, com a adoção do plantio direto por longo período, tem sido constatado por vários pesquisadores (Muzilli, 198] e 1985; Sidiras e Pavan, 1985; Sá, 1993) o acúmul ; néa] solo (Tabela 1). o de fósforo nas camadas superficiais do Tabela 1. Distribuição de fósforo (extraível or Mehli | ' ; : sob plantio direto da região dos Ca ich) em seis profundidades no perfil de cinco solos ampos Gerais. 'Resumo da palestra apresentada no Curso Profundidade | Solos avaliad Sobre Aspectos aliados Básicos de Fertilidade em Ev argilo | no Lv LE Cb | Média e Microbiologia do 0SO | arenoso” | argiloso? argiloso” arenoso” E.
Solo no Sistema —=—————===- ss AE -3 Plantio Direto ó Passo 0,0-2,5 28 & o mg dm”--- Fundo-RS, abril/97 2.5-5.0 17 9 ÃO 129 119.7 82,5 87,8 2Professor do 5,0-10,0 10,7 10,6 36.6 > úesos 27 O 10,0-20,0 7 | : 59,8 67,5 37,0 Departamento de , , 2,9 3,0 115 ul 4 Ciência do Solo e 20,0-30,0 0,9 Do 1 12,2 13,1 S Engenharia Agrícola, : 1,5 2,5 1,4” Universidade Estadual 'P.D.=4 anos: ?PD 4 == ; F.DU.=9 anos; Ss de Ponta Grossa - PR Fonte: SÁ, 1993. nos; PD=152n0s; PD. =15 anos.
12 - Revista Plantio Direto - maio/junho de 1997 Visando avaliar a amplitude da resposta das culturas a fósforo no sistema plantio direto, vários experimentos foram implantados em diversas Tabela 2. Efeito de doses de fósforo no rendimento de grãos de milho em um latossolo vermelho-amarelo > sob plantio direto em três anos de avaliação unidades pedológicas. Em setembro Doses de P,O; ARO Média de 1991, em um latossolo vermelho- 1991/92 1992/93 1993/94 amarelo, há três anos sob plantio di- — reto, foi implantado um experimento Kg. Na acena menanne———— constituído de cinco doses de P5Os 0 T717a 5664 a 6227 a 6536 (0, 30, 60, 90 e 120 kg/ha ') aplica- *” ES ane b 6181 a 7071 a E das no sulco de semeadura e 942 b 6564 a 6905 a SD casualizadas em quatro blocos. À de- ob dale s Sra S 1 . SPB9 terminação de fósforo (extraído por Mehlich) na profundidade de 0, 0-20 cm antes da implantação foi de | me dm”. À rotação de culturas adotada foi conforme a sequência: aveia preta/ soja/trigo/soja/aveia preta/milho. Durante os três anos avaliados observou-se resposta somente para a dose de 30 kg ha de P7Os (Tabela 2).
Após a colheita da safra 91/92, coletou-se amostras de solo para determinar o P-total, o P-inorgânico total, o P-orgânico total e o P extraído pela resina de troca aniônica. O conteúdo de P-total foi inferior aos encontrados em outros solos citados no capítulo anterior, porém, nesse solo o conteúdo de P-orgânico foi em média 2,2 vezes superior ao P-inorgânico total em todas as profundidades analisadas. Além disso, a porcentagem de P- orgânico em relação ao P-total foi un!- forme mostrando que a fração inorgânica de P sofreu redução no perfil analisado do que a fração orgânica. O teor de P extraído pela resina de tro- Tabela 3. Conteúdo do P-total (Pt), P-inorgânico total (Pi), P-orgânico total (Po), percentagem de P-orgânico total (Po %) em relação ao P-total e P extraível por resina de troca aniônica (Pr), em latossolo vermelho-amarelo sob plantio direto, em Castro-PR.
ca aniônica acompanhou o P-orgânico do que o inorgânico (Tabela 3). Os valores encontrados para P- resina enquadram-se na classe baixa, Oo que seria esperado maior resposta para a aplicação de fósforo. Os resultados de Adepetu e Corey (1976), Acquaye, 1963; Enwezor, 1967; Omotoso e Wild (1970a e 1970b); Buchanan e King (1993); Guerra (1993) E Sá (1994) respaldaram o argumento de que a fração orgânica de P possa ser o reservatório principal de reabastecimento do íon fosfatado para a solução do solo.
Avaliando a amplitude de resposta a fósforo em diversas unidades pedológicas sob plantio direto em sete localidades da região dos Campos Gerais, observou-se que o nível de resposta situou-se entre 30 a 60 kg hao” (Tabela 4).
Médias seguidas da mesma letra não diferem entre si pelo Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.
Em geral, a baixa resposta poderia ser explicada em função da diferença de interpretação entre os procedimentos de extração de P. Enquanto as áreas 1, 2, 5 e 6 seriam enquadradas no nível baixo pela extração por Mehlich, as mesmas seriam enquadradas no nível alto, baixo e médio. Mesmo assim, somente a utilização de extratores que avaliam uma pequena porção do P-inorgânico não explica totalmente o nível de resposta de uma cultura. Outros fatores envolvidos não quantificados estariam influenciando. Quando se avalia o nível de resposta a fósforo pelas culturas dentro da rotação de culturas compondo o sistema de produção, o efeito da adubação pode ser diluído em função das culturas em seqiiência, tornando ainda mais complexa a interpretração. Visando avaliar o efeito da adubação fosfatada em um ciclo de uma combinação de culturas em rotação, implantou-se um experimento após 12 anos de adoção do plantio direto, em um latossolo vermelho-escuro, argiloso (64% de argila). Os tratamentos foram constituídos de Profundidade Pt Pi Po Po Pr doses de P (0, 30, 50, 90 e Kg” -—————. - (%) ma dm”?
(cm) resmeneenenns O NO KO nc & -. 120kg/ ha de P5O5s) em todas as 0,0-2,5 311 91,5 219,5 70,6 10,0 culturas(milho, trigo e soja), 2,5-5,0 251 16,8 174,2 09,4 1,8 casualizados e dispostos em 5,0-10,0 271 84,1 dna Oo E. quatro blocos. A tabela 5 apre- 10,0-20,0 210 62,5 Ã 66 senta o rendimento de grãos da 20,0-30,0 179 28,9 ALA ão : sequência de culturas em plant1o direto submetidas à doses de P.
Revista Plantio Direto - maio/junho de 1997 - 13 Tabela 4. Efeito de doses de fósforo aplicados no sulco de semead re quatro repetições) sob plantio direto em diversas unidades pedológicas dos ura no rendimento de grãos de milho (médias de Campos Gerais.
Dose Led“ ch? LVO Ccb* | Robrozem SA PO; | arenoso | arenoso | argiloso arg- argiloso Média arenoso 0 8217 8274 6850 6011 7128 So 30 9113 9148 7383 6162 7990 - 60 9404 8567 7870 7140 7787 81 90 9609 8839 7371 6684 7709 8068 120 9566 7984 7178 6144 7913 1748 C.V. 4 76 1474 60 13,0 6,76 ZE D.M.S. 987 2864 1157 1945 1160 - (Tukey 5%) ca: P- r6 5 44 12 3 1 7 - Mehlich* P-Resina* 61 10 101 41 8 27 59 - ———-p-p—p—p—s—p .... ”———.—n—.—... ss ss ss ccssssssss8sçs$s5ssssss csçssssstso£cósssssssssóçsséssssssssssssssçsssssss:s cossssssE—mRT*ATtS!
1) Tibagi - PD 6 anos; (2) Carambeí - PD 2 anos; (3) Castrolanda - PD 18 anos; (4) Castro - PD 7 anos; (*) Curitiba, UFPR - PD 2 anos; (69) Castrolanda - PD 3 anos; (!) Tibagi - PD 12 anos.
* Teor de P em mg dm? na profundidade de amostragem de 0-20 cm. Na realidade, no sistema plantio direto o efeito da combinação de culturas com habilidades diferenciadas quanto a absorção e acumulação de P, e a manutenção de seus resíduos na superfície do solo, mobilizaria uma série de transformações nas frações orgânicas e inorgânicas, de ordem biológica e química, podendo reduzir sensivelmente o caminho em direção à adsorsão. Neste caso, o “status” de P disponível para a plan- Tabela 5. Rendimento de grãos de milho, trigo e soja em um LEd, argiloso, sob plantio ta seria mais elevado, possibilitando maior coeficiente de aproveitamento pelas culturas.
Do ponto de vista da extração de P no solo, para a recomendação de adubação fosfatada, muitas lacunas ainda estão em aberto. A mudança de um procedimento para outro, resulta em geral de dispendiosos esforços de pesquisa para a sua adequação em rotina.
direto, submetido à doses de fósforo aplicadas no sulco de semeadura. Milho (93/94) 8380 Trigo (94) 920 933 Soja (94/95) 2571 Prod. acum. 11.871 PO; acum. - 90 Kg de milho - kg de PO,” - ER NOS RS E as aaa ararcdaeaio o areia focada, | (Produção acumulada por tratamento - Produção acumulada da testemunha)/P;Or; Produção por PO” aplicado (kg ha”) AO E candido, Lara co EEE AA E SOU 9144 9009 8688 1043 1022 1062 2816 2931 2869 acumulado 14 - Revista Plantio Direto - maio/junho de 1997 A comparação entre a extração de P pela solução ácida (Mehlich | e 3) largamente utilizada no Brasil e a resina de troca de ânions têm merecido a atenção de inúmeros pesquisadores. Em geral, os resultados apresentados são favoráveis à extração com à resina de troca aniônica, apesar de que em várias situações a extração pela solução ácida mostra melhores resultados. Trabalhando em solos sob plantio direto, SÁ (1995) observou que a mineralização dos resíduos culturais, liberando compostos orgânicos de P, pode ser detectada pelos procedimentos de extração da fração orgânica “lábil” de forma diferenciada. O coeficiente de correlação linear entre a fração orgânica de P e à fração inorgânica extraível por Mehlich e resina de troca aniônica e também com o carbono orgânico do solo, indicou que esses atributos variaram juntos no solo (tabela 6). Entretanto, à resina de troca aniônica representou melhor essa variação.
entanto para a amostragem na pro- Tabela 6. Coeficiente de correlação linear entre o P-orgânico total do solo (valores de seis fundidade de 0-10 cm a extração solos sob plantio direto) e as frações inorgânicas extraíveis por Mehlich e resina de troca aniônica e o carbono orgânica.
P-Mehlich 0,43” P-resina O, VÁ fadado Carbono orgânico 0,66*** + *** refere-se ao nível de sienificância do coenficiente de correlação para p<0.05 e p<0,001 respectivamente, Também constatou-se elevado coeficiente de correlação linear entre o P extraível por Mehlich e o extraído pela resina de troca aniônica com o fra 93/94) do experimento citado na tabela 5, observou-se aspectos importantes entre o P extraído por dois procedimentos analíticos em três profunpor resina foi sensivelmente superior com melhor representatividade dos atributos da planta de milho.
Apesar de % de P na folha indice ser um padrão de referência para correlações entre extratores e a planta, a extração de P na massa seca da parte aérea e pelo grão, parece ser um bom referencial auxiliar ao rendimento de grãos. A interpretação dos valores de P para resina de troca aniônica foi def1- nida por RAIJ e QUAGGIO, 1981, Tabela 7. Coeficiente de correlação linear (r) entre o P extraído por Mehlich e resina de troca aniônica em três profundidades de amostragem (cm), em um LEa, argiloso há treze anos sob plantio direto e o P no tecido de atributos da planta de milho.
Atributos da Planta 0-20 Folha índice (%P) 0,94 Massa seca (º%P) 0,90 Grãos (*%P)* 0,88 Massa seca - extração” 0,68 Grãos - extração” 0,67 Rendimento de grão 0,45 Média 0,75 P-Mehlich 0-10 10-20 0-20 0,98 - 0,29 0,81 0,87 -,0,03 0,77 0,84 - 0,08 0,83 0.75 - 0,33 0,95 0,64 - 0,10 0,44 0,54 - 0,69 0,52 0,77 - 0,22 0:72 Métodos de extração e profundidade de amostragem P-resina 0-10 10-20 0,96 - 0,20 0,98 - 0,15 0,91 - 0,45 0,94 - 0,25 0,76 - 0,57 0,75 - 0,56 0,88 - 0,36 ' Refere-se à % de P no tecido folhiar (terço médio da folha) no estádio de florescimento; 2 Refere-se à % de P no tecido da parte aérea da planta no estádio de maturação fisiológica;3 % de P nos grãos; º quantidade de P extraído pela parte aérea (colmo + folhas) no estádio de maturação fisiológica e pelo grão.
carbono (C x Pm e C x Pr; =0,77***, =0), 78*** respectivamente) indicando que o desdobramento de P no solo pode ser tanto de ligações de fosfato ao carbono quanto à mineralização de alguns compostos estáveis no solo.
Dessa forma, o plantio direto como sistema de manejo do solo pode otimizar o uso do P, originado do desdobramento de formas orgânicas ou mesmo reduzindo a ação dos mecanismos de retenção do P aplicado como fertilizante.
Utilizando a cultura de milho (sadidades de amostragem e sua correlação com atributos da planta (tabela 7).
Dois aspectos importantes devem ser ressaltados: Na profundidade de 0-20 cm o coeficiente de correlação para P- Mehlich em relação aos atributos da planta, foi ligeiramente superior, no Quadro 1 conforme quadro |.
À profundidade de amostragem de referência para esta tabela é 0-20 em e, naturalmente em função da necessidade em definir a camada que melhor representar a planta em solos sob plantio direto, alguns ajustes ainda precisam ser implantados.
Teor de P (mg dm”) Wuitobaixo | Baixo | Médio | Ao | Muitoaito o aT8o Revista Plantio Direto - maio/junho de 1997 - 15 OMOTOSO, TI. e WILD IA! Occurrence of inositol phosphates and other organic phosphate components in an organic MOSCHLER, W.W.; SHEAR, C MS MARTENS, D.C.; JONES, G.D. e WILMOUTH, R.R.
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TRIGO - CEVADA AVEIA - SOJA Aveia: Preta, UPF-16 e UPF-17 Cevada: BR-2 Trigo: EMBRAPA-16 e OR-1 Soja: FI-Cometa, FT-Saray, FT-2002, FT-9, FT-Abyara, FT- Estrela, FT-2000 r + uiado: 2 | Br 285 - Km 20 Cx. Po : Postal 107 - CEP 95.200-000 Fone Fax (054) 2231-1132 sf SR rande do Sul - BRASIL 16 - Revista Plantio Direto - mato/junho de 1997