Manejo Integrado de Plantas Daninhas


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Publicado em: 01/07/1997

Adegas * 1. Introdução À sustentabilidade da propriedade rural moderna está baseada nos parâmetros do economicamente viável e ecologicamente correto. Dentro desse enfoque, o plantio direto tem demonstrado ser o sistema de produção, e não apenas uma prática, que melhor atende as atuais necessidades da agropecuária nacional. No entanto, a consolidação deste sistema tem sido prejudicada pelas dificuldades em superar alguns problemas tecnológicos, sendo o controle de plantas daninhas um dos principais.

| O revolvimento do solo realizado pelos implementos utilizados nos sistemas convencionais de preparo do solo, principalmente os arados e grades, resulta num eficiente controle das plantas daninhas antes da semeadura da cultura alvo. No plantio direto esse revolvimento não ocorre, sendo essa uma das suas principais características. Essa situação provocou, desde as primeiras experiências com plantio direto na Europa e EUA ainda na década de 30, uma grande dificuldade no controle dessas infestantes, praticamente inviabilizando o sistema. A solução para este problema começou a acontecer com O surgimento dos herbicidas de ação de contato, paraquat e diquat, em 1961, proporcionando também o controle, só que químico, das infestantes antes da semeadura. Essa prática foi reforçada com o aparecimento do herbicida sistêmico glyphosate, em 1975.

No Brasil, e especialmente no Paraná, as primeiras tentativas de implementação do plantio direto, no início dos anos 70, também esbarraram na dificuldade de controle das plantas daninhas. Num levantamento feito pela IC| em 1978 (1), com 306 agricultores, foram apontados como principais limitações do sistema :

2 alto custo dos herbIicidas........ ladeada: 40 % . dificuldade no controle de infestantes............11110010101111.1ooo 20 % ineficiência dos herbiCidas........ 1.111 araras 13% Dentre os agricultores que deixaram o sistema, as razões foram: . dificuldades no controle de ervas......llllllliiaaaaso 38 % . ineficiência na ação dos herbicidaS............................... 27 % Maito custo dos herbicidas......J.llllelllnacraraaataateçtes 18% Atualmente a tecnologia de controle das plantas daninhas ainda é apontado, como Já exposto anteriormente, como limitador do sistema. No tocante ao fator econômico, as planilhas de custos de produção demonstram a importância deste componente, pois pode representar 22 % de todos os custos variáveis para a cultura da soja e 21 % para a cultura do milho (3). Aliado a isso existe ainda o aspecto ecológico, onde os herbicidas representam atualmente 61% dos agrotóxicos comercializados no Paraná, sendo que apenas na cultura da soja totalizam 2,8 milhões de litros/ano. Mesmo com toda essa importância das plantas daninhas nos aspectos produtivo, econômico e ambiental dentro do plantio direto, nota-se a falta de conhecimento mais aprofundado para convivência com essas infestantes e parâmetros agronômicos consistentes nas recomendações de controle, pontos básicos para elaboração de uma proposta coerente de manejo.

2. Comportamento das plantas daninhas no plantio direto O sistema convencional de exploração agropecuária utilizado extensivamente em nosso país, caracteriza-se pela movimentação do solo através das operações de preparo, ; ! - 7 Revista Plantio Direto - Julho/Agosto de 1997 ( monocultura e ausência de cobertura morta na superfície. No plantio direto existe uma mudança radical nestes elementos de produção, ocorrendo a não movimentação do solo, rotação de culturas e presença de cobertura morta na superfície do solo. Cada um desses novos elementos provoca transformações na comunidade de plantas dan!- nhas.

2.1. Não movimentação do solo O processo de revolvimento do solo por um determinado período de tempo, através da aração e gradagem, resulta numa distribuição uniforme dos propáguios reprodutivos das plantas daninhas, especialmente as sementes, no perfil de solo trabalhado, aproximadamente os primeiros 30 cm. Existe também um eficiente controle da flora infestante presente anteriormente ao plantio, em especial as plantas daninhas perenes e as de reprodução por propágulos vegetativos, principalmente os subterráneos, pela sua exposição aos raios solares e consequente desidratação.

Quando se deixa de movimentar o solo, grande quantidade de sementes será mantida numa profundidade suficiente para que não haja a germinação e emergência das plântulas. As sementes introduzidas após a implantação do sistema, ficarão abrigadas na camada superficial do solo, estando mais susceptíveis a ação de predadores como pássaros e roedores. Algumas espécies necess!- tam que suas sementes permaneçam armazenadas por certo período de tempo para atingir a maturidade fisiológrca ou romper os mecanismos de dormência, o que seria possível com a proteção oferecida pelo enterrio (4). Tlambém a maior concentração de sementes na superfície do solo facilita a homogeneidade de emergência das plântulas, proporcionando maior efetividade nas medidas de controle, especialmente a atividade dos herbicidas.

2.2. Rotação de culturas A alternância regular e ordenada no cultivo de diferentes espécies vegetais, em sequência temporal numa determinada área, que é o preceito da rotação de culturas, dificulta sobremaneira a instalação de uma comunidade padrão de infestantes e o risco que Isso representa. Acontece pelas próprias características das culturas em rotação, como rapidez de crescimento, eficiência na ocupação do espaço no solo, sombreamento proporcionado e liberação de substâncias tóxicas para as plantas daninhas, e também pelos diferentes métodos de controle, assim como os herbicidas, utilizados em cada uma destas culturas.

2.3. Cobertura morta Ao realizar-se a incorporação dos resíduos vegetais com o preparo do solo, no sistema convencional, favorece-se o arejamento, que por sua vez acelera a atividade microbiana, e consequentemente a rápida decomposição desses resíduos. No plantio direto, onde o solo tende =| estar melhor estruturado, com os resíduos deixados na superfície, reduz-se o contato com os microorganismos resultando numa taxa de decomposição menor (2). Por isso, o teor de matéria orgânica nas áreas de plantio direto normalmente é superior as áreas de preparo COonvencional. Maior teor de matéria orgânica esta ligado a maior atividade microbiológica. Muitos microorganismos para sobreviverem e reproduzirem, utilizam-se de sementes e plântulas de plantas daninhas, deteriorando-as e por conseguinte diminuindo O potencial de infestação nas áreas de plantio direto. | A cobertura morta deixada na superfície, funciona como um elemento isolante, reduzindo a amplitude térmica e hídrica no solo e filtrando os feixes de luz de ondas longas. O processo de germinação das plantas daninhas estando intimamente ligado a esses fatores, reduz-se substancialmente no plantio direto com grande quantidade de cobertura morta. df O processo de decomposição da cobertura morta na superfície, libera gradativamente uma série de compostos orgânicos, denominados aleloquímicos, muitos deles interferindo diretamente na germinação e emergência das plantas daninhas. À quantidade e a composição dos residuos são os responsáveis pelo nível de interferência, e portanto, controle de plantas daninhas obtido, predominantemente superior no plantio direto do que no convencronal.

3. Situação das plantas daninhas no plantio direto no Paraná O controle de plantas daninhas no plantio direto no Paraná, está centrado quase que exclusivamente na utillzação de herbicidas, realizado em duas etapas:

e Pré-semeadura: controla as plantas daninhas presentes na área antes da semeadura da cultura, na operação denominada de manejo. São utilizados herbicidas de ação total, não seletivos, como paraquat, glifosate e sulfosate. Estes tem sofrido adição de outros herbicidas, como 2,4-D, diquat e diuron, afim de melhorar seu espectro de ação.

L Pós-semeadura: controla as plantas daninhas que surgiram na área após a semeadura ou que sobreviveram a operação de manejo. São utilizados os produtos recomendados diretamente para cada cultura, sendo os mesmos do sistema convencional. Observa-se no entanto, 0 aumento da substituição dos herbicidas aplicados em préemergência das infestantes, largamente realizado no convencional, pelos herbicidas aplicados em pós-emergência, principalmente na cultura da soja. Raramente é reali- - zado algum repasse através de capinas. A ocupação temporal das áreas tem seguido o es“ quema de uma cultura de verão e outra de inverno, geraãndo épocas de entressafra onde o solo fica sem cultivo, em pousio. Normalmente isso ocorre após a colheita da safra de inverno no norte do estado, e após a colheita da safra de verão no sul. x De maneira geral, as margens de estradas é carreadores não têm sido conservadas com o controle adêm quado de infestantes. Isso também ocorre em terraços É curvas de nível ainda presentes em algumas áreas de PIA” tio direto. js Ao redor de 20 % das sementes plantadas no Paraná êm de outros estados. Além disso, existem muitas colh gitadeiras que também realizam serviço fora do estado: principalmente no Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina, em condições de infestação de plantas daninhas bem diferenciadas da paranaense. — Nasregiões de implantação mais recente do plantio direto no Paraná, especialmente na grande faixa de solo rormada pelo derrame basaltico que vai do nordeste ao sudoeste do estado, existem alguns problemas especificos, como a dificuldade de formação da cobertura morta pelos resíduos vegetais deixados sobre o solo, comumente denominada de palhada; falhas de plantio, principalmente de milho, gerando espaços sem ocupação pelas culturas dentro da área cultivada; falta de adequada rotação de culturas, com exploração continuada do binômio soja-trigo; e problemas generalizados com a tecnologia de aplicação de herbicidas, como a falta de adequação dos horários de aplicação, tipos de equipamentos e sua forma de utilização.

Este complexo de componentes da produção paranaense no plantio direto, tem implicado na seguinte situação nas comunidades de plantas daninhas:

e Proliferação de plantas daninhas comumente encontradas nas áreas de cultivo, mas de difícil controle por meio químico. Destacam-se: Commelina spp, Richardia brasilienses, Spermacoce latifolia, Conyza bonariensis, Senecio brasiliensis e Ipomea hederifolia.

«e Aumento da comunidade de plantas daninhas perenes, cujo controle mecânico, pela aração e gradagem, era muito eficiente. Destacam-se: Rumex obtusifolius, Sorghum halepense, Digitaria insularis, Cyperus rotundus e Oxalis latifolia.

e Níveis acima do desejado de infestação de plantas daninhas consideradas comuns. Destacam-se: Euphorbia heterophylla, Sida spp, Brachiaria plantaginea e Ilpomea e Aparecimento recente e disseminação de plantas daninhas de díficil controle. Destacam-se: Desmodium purpureum, Cardiospermum halicacabum e Senna obtusifolia.

e Dificuldade de controlar plantas daninhas latifoliadas no manejo de primavera/verão, devido a impossibilidade, em muitos casos, de utilização de 2,4-D, principalmente por problemas de deriva e residualidade no solo.

e Surgimento de casos de resistência de plantas da- Ninhas à herbicidas, como constatado em Brachiaria plantaginea, na região de Guarapuava.

A solução para estes problemas não se viabiliza em tratá-los de forma separada e individualizada, mas SIM analisando todo o contexto em que se inserem as plantas daninhas no sistema de plantio direto. É esta a proposta conjunta que as entidades de pesquisa, extensão e assiS- ência técnica procuraram produzir para o estado do araná.

4. Manejo integrado de plantas daninhas no Paraná Didaticamente podemos definir o manejo integrado de plantas daninhas - MIPD como sendo a seleção e Integração de métodos de controle e o conjunto de critéri- OS para à sua utilização, com resultados favoráveis dos pontos de vista agronômico, econômico, ecológico e social. À passagem da atual forma de controle de plantas daninhas para o manejo integrado pressupõe diminuir o empirismo e aumentar o conhecimento científico, desta- Cando-se três áreas estratégicas :

A. Biologia e ecologia das plantas daninhas. B. Relações de interferência entre as plantas daninhas e culturas.

C. Amostragem e parâmetros de controle. Existe ainda a necessidade de mudança no comportamento dos técnicos e produtores no que se refere a utrlizar e realmente integrar os diferentes métodos de controle, balanceando a importância de cada um dentro do planejamento de manejo na propriedade. A nossa realidade sugere algumas particularidades nos diversos métodos:

A. Preventivo: e Cuidados na aquisição de sementes, especialmente de soja e culturas de inverno.

e Limpeza rígida de colheitadeiras utilizadas em outras áreas e estados. e Limpeza de beiras de estrada, carreadores e terraços existentes nas áreas.

B. Cultural:e Diminuir as épocas de pousio, preenchendo-as com culturas. e Optar por culturas com maior produção e massa e de rápido crescimento Inicial. e Em regiões que favorecem a rápida decomposição da palhada, selecionar culturas com relação C/N alta. e Considerar os efeitos alelopáticos positivos, na escolha das culturas em rota- Ção.

C. Mecânico: e Sempre que se justifique, realizar capinas de repasse ou mesmo arranquio manual.

e Quando viável substituir a operação de manejo químico por mecânico. D. Químico: e Sempre que possível priorizar aplicação de herbicidas pós emergentes. e Cuidados no controle de gramíneas em milho. e Analisar misturas de herbicidas afim de melhorar espectro de ação. e Procurar alternativa para substituir o 2,4-D ação de manejo, se necessário.

Revista Plantio Direto - Julho/Agosto de 1997- 19 e Aprimorar a tecnologia de aplicação, principalmente em três pontos básicos:

- horário de aplicação. - adequação de equipamentos, especialmente os bicos. - utilização de aditivos na calda.

Dentro desta visão, elaborou-se a partir da safra 1995/ 96, o programa de manejo integrado de plantas daninhas no Paraná, primeiramente em lavouras de soja, cujas entidades envolvidas são a Embrapa-Soja, IAPAR, COODETEC, Cooperativas AGRÁRIA, COAMO, COPACOL e COTREFAL, Fundação ABC e EMATER-PR, sob a coordenação da primeira. Além do objetivo global do manejo integrado, ressaltam-se os seguintes objetivos específicos trabalhados no programa:

e Validação de parâmetros técnicos para amostragem e recomendação de controle dentro do MIPD-soja, em especial o levantamento do banco de sementes do solo e o da flora daninha emergente, pontos básicos do programa.

e Propiciar o relacionamento entre os profissionais da pesquisa e assistência técnica, com a finalidade de uniformizar os conhecimentos relacionados ao MIPD, afim de repassá-los aos sojicultores paranaenses, capacitando os técnicos e aperfeiçoando os agricultores.

e Esquematizar um sistema de acompanhamento de propriedades produtoras de soja, visando melhorar a eficiência do controle de plantas daninhas, através da Integração de métodos e do uso racional de herbicidas, principalmente pela tecnologia correta de aplicação.

e Estruturar um sistema de divulgação sobre convivência e manejo de plantas daninhas potencialmente nocivas como Desmodium purpureum, Cardiospermum halicacabum, Senna obtusifolia e Sorghum halepense, entre outras.

: ; Tabela 1. Levantamento do banco de sementes d e Diagnosticar a real situ- gente, do produtor Emir Furlanetto, Município de ação do controle de plantas daninhas da soja no Paraná, especialmente a utilização de herbicidas nesta cultura, incluindo OS aspectos de resistência.

A estruturação do programa à campo, de uma forma resumida, segue o seguinte esquema:

1. Seleção da propriedade pelo técnico da assistência técnica. Deve basear-se na receptividade e no interesse do produtor, na representatividade do mesmo em relação às demais áreas do município, na estrutura de mão-de-obra e maquinário além da disponibilidade da sua utilização como demons. tração de tecnologias.

2. Diagnóstico da situação de plantas daninhas da propriedade. Divisão por talhões/áreas homogêneas a serem trabalhadas conjuntamente. Seleciona-se um destes talhões para servir de campo demonstrativo, sendo o mesmo dividido em três áreas de 5.000 a 10.000 m” cada. Uma área testemunha, sem controle das plantas daninhas; uma área de manejo, onde são utilizadas as recomendações do MIPD; e uma área padrão, onde é implementado o controle normalmente realizado pelo produtor.

3. Planejamento entre o produtor e o técnico responsável, das tecnologias e dos métodos de controle que comporão o MIPD na propriedade. Dentre as tecnologias destacamos o banco de sementes, que visa possibilitar a predição da infestação futura e monitoramento da reinfestação nas áreas, e o levantamento da flora emergente, que além de checar a emergência das sementes, fornece subsidios para estudosde competição e métodos de controle. Estas tecnologias são implantadas nas três áreas, para fins de validação.

3.1. Banco de sementes: Para o levantamento do banco de sementes, são retiradas 5 amostras por área, compostas de 10 subamostras coletadas ao acaso e em zigue-zague, na profundidade de 0-10 cem, utilizando trado tubular de 5 cm de diâmetro. As amostras são lavadas sob jato forte de água e sabão em pó e passadas em peneiras de aço inox de 0,5 mm de diâmetro. Após secar a sombra, a amostra é colocada numa solução com CaCl;H,O (densidade de 1,40-1,42 g/em”), onde as sementes de plantas daninhas e restos vegetais ficam na superfície. As sementes são então separadas e secadas a sombra, sendo depois devidamente identificadas e quantificadas com o auxilio de uma lupa iluminada com aumento de 10X. Os resultados são transformados em sementes/mº.

3.2. Flora emergente: O levantamento da flora daninha emergente é realizado utilizando-se o quadrado de amostragem de 0,5 x 0,5 m, num total de 10 m? por área. As amostragens acontecem na pré-semeadura e antes do controle das plantas daninhas na pós semeadura. É e plantas daninhas e determinação da flora emer- Santa Tereza do Oeste. safra 1995/96.

feita a identifi encontradas, mº cação e quantificação de todas as espécies com os resultados expressos em plantas/ 4. Implantação da proposta de manejo, avaliando 05 resultados das tecnoloai li eita dias e | >olheita separada das áreas, 9 métodos utilizados. Colhe!

13 % de umidade de grãos 12 2 Resultados econômicos dos trabalhos de manejo inte tabela 2- í grado de plantas dani 4, em 19 propriedades agrícolas, na safra 1995/96 ninhas no produtor. Os dados da safra paran 1996/96 ainda estão sendo E lan coletados.

Estes primeiros resulitados demonstram a viabilidade agronômica, econômica e ecológica do manejo integrado de plantas daninhas, que é o objetivo maior de tal programa, e a sua possibilidade de aplicação nas propriedades agrícolas do estado do Paraná. No entanto, é imprescindível que se continue os FONTE: Adaptado de VOLL & DOMIT (5).

5 SS RT O Autores divulgação dos resul- estudos dos componentes de manejo já citados, visando tados e : aprimorar cada vez mais o aporte técnico do programa, com consequente melhoria na quantidade e qualidade dos A tabela 1 mostra o exemplo de um resultado do le- resultados obtidos. : :

vantamento do banco de sementes e da flora daninha emergente. Observa-se a grande diferença nas taxas de germinação de cada espécie infestante, o que aconteceu também nas outras áreas acompanhadas, com muita in- S. Literatura Citada fluência das condições de solo e clima. Este estudo da minação e os fatores que a determin ital imo + h am é de vital im 1. ALMEIDA, F. S. Controle de ervas. In:. Fundação Instituto la para o mel | ico de E: Se ES nor aproveitamento destes dados do Agronômico do Paraná. Plantio direto no estado do Paraná. O | Londrina-PR. Circular IAPAR, 23. 1981. p.101-138.

No primeiro ano de trabalho, na safra 1995/96, foram 2. ALMEIDA E S Influência da cobert ria de plantio d acompanhadas 19 propriedades. À partir da safra 1996//— O Tn nando solo Tn Coord FANCELLI, À... Atu- 9/ houve ua ampliação para 39 propriedades. Os resul- alização em plantio direto. Fundação Cargill. Campinastados do primeiro ano, resumidos na tabela 2, mostram SP. 1985. p.103-141 Ue as áreas de manejo tiveram um custo médio de con- de tole de R$ 25,71/ha, O ontra R$ 37,90/ha das áreas pa- is e o, A RANA /nfime O. SO EISNO Dus DS CÂNhhA 1606 drão do produtor, isto representa uma economia de 32 16 p. 4. Dep bao 2 UEIHÕDa, % por ha. Subtraindo-se a produção bruta de cada área pelo custo de controle das plantas daninhas, obtemos a 4. PITELLI, R. A. Dinâmica de plantas daninhas no sistema de plantio direto. In: XX Congresso Brasileiro da Ciência das produção líquida. Neste ítem, a área padrão alcançou : A DAR Plantas Daninhas. Florianópolis-SC, 1 2.809,67 kg/ha enquanto a de manejo obteve 2.978,70 kg/ palestras, p.5-12 ORAIS 295. Resumos de ha, resultando numa diferença de 5,67 % a mais na renta- rdias. E bilidade total média das áreas com a implantação das prá- = > A enins E BNSL ds Smart SS 6d fer i O: Se Evanta:

ticas de manejo integrado, o que demostra que se conse- E au/ora dânmnna emer- A o, gente para manejo integrado de plantas daninhas em laguiu diminuir os custos de controle sem perdas de produ- vouras de soja no Paraná-95/96. Londrina-PR. EMBRAPA/ tividade. Ressaltamos ainda, que nas áreas de manejo CNPSo, Série Documentos, 91. 1997. 34p. (no prelo).

houve uma diminuição média de 0,38 litros de herbicida aplicados por hectare, quando comparado ao padrão do DISTRIBUIDOR AGROCERES DISTRIBUIDOR e Sementes 8 s e Fertilizantes Bayer e Produtos para Plantio Direto - Soja e Milho e Cultura da Maçã Pas ' Se 2 Baytan - Lebaycid - Folicur Fone tos Fundo - Av. Brasil, 2428 - Boqueirão COM ASSITENCIA Buxvcor - Basfidan'= Tamaárou : (054) 314 1130 - Fone/Fax: (054) 314 1533 TÉCNICA Sencor= Dipterex = Alssstin Produtos Fitossanitários Revista Plantio Direto - Julho/Agosto de 1997- 21