até a colheita dos EUA, as cotações oscilam segundo as variações climáticas, mas, com previsão de aumento de 12,8% na produção, é pouco provável que recuperem o nível atingido na safra passada.
Para o produtor de soja, o cenário é incerto. À área de plantio, que aumentou 10% nos EUA, deverá crescer também na Argentina e Brasil, com consegiiências danosas para os preços.
O USDA estima um crescimento de demanda mundial de 2% ao ano até 2005. É verdade que se prevê o aumento do consumo nas regiões em desenvolvimento, sobretudo China e Sudeste na Ásia, norte da África e Oriente Médio, mas o USDA prevê fraco crescimento da demanda no Japão, EUA e países da antiga URSS.
Como ocorre no Brasil, os governos não querem manter grandes estoques e as indústrias operam just in time, Quem Carrega o estoque é mesmo o produtor.
Mesmo com preços mais baixos da soja nos EUA, dificilmente as indústria brasileiras farão grandes estoques. O produtor brasileiro ainda poderá ter preços bons Sementes Mario José Basso Associado à APASSUL desde 1969 TRIGO - CEVADA AVEIA - SOJA Aveia: Preta, UPF-16 e UPF-17 Cevada: BR-2 Trigo: EMBRAPA-16.e OR-1 Soja: FECometa, FI-Saray, FI-2002, FT-9, FI-Abyara, FT- Estrela, FE-2000 Franquiado:
Monsoy S.A. Br 285 - Km 20 Cx. Postal 107 - CEP 95.200-000 Fone Fax (054) 231-1132 VACARIA | Rio Grande do Sul - BRASIL r À = É E) É h À jo - à E TE. fãs E) a ” - Nem Ps E Fá í Fr &C E. E ho . f Chicago (US$/sc) Brasil (US$/sc) Ano CBT Grão Tendência Produtor Tendência 1975 12,07 14,05 9.60 10,06 1976 13,01 14,07 9,37 10.14 1977 15,64 14,08 11,09 10,21 1978 14,56 14,10 10,86 10.29 | 1979 15,85 14,11 12,30 10,37 1980 15,99 14,13 10,61 10,44 1981 15,66 14,14 10,91 10,52 1982 13,35 14,16 10,28 10,60 1983 15,56 14,17 11,28 10,67 1984 15,43 14,19 12,08 10,75 1985 12,17 14,20 9,38 10,83 | 1986 11,34 14,22 9,19 10,90 1987 11,73 14,23 8,99 10,98 1988 16,76 14,25 13,18 11,06 1989 14,84 14,26 11,48 11,13 1990 13,11 14,28 9,38 11,21 1991 12,52 14,29 9,80 11.29 1992 12,59 14,31 9.66 11,36 1993 13,77 14,32 10,72 11,44 1994 13,75 14,34 11,42 11,52 1995 13,48 14,35 10,58 11,59 1996 16,65 14,37 13,82 11,67 1997 17,18 14,38 14,75 11,75 Fonte: Cotação Chicago - CBOT Cotação Produtor Rual - FGV no ano que vem. Dificilmente chegarão aos níveis deste ano, mas poderão ficar acima da média histórica.
A safra dos EUA será o melhor indicador. Se os preços cairem para os níveis históricos, é sinal de que a demanda mundial é baixa.
Nesse caso, o preço no Brasil também deverá ficar próximo do histórico. Se, porém, os preços forem es o mercado deverá ser favorável também no Brasil.
O quadro mostra a média dos preços no Brasil e das cotações de Chicago. A tendência está no intervalo de US$ 10 a US$ 11/sc. Manda a prudência que se a —e— Ch - USS/sc Ch - Tendência E Nao vio? NA EA AR E O------ Br - USS/sc - ======Br - Tendência 6 t—2————O— WOONOSO kn E E rNNOOoWo? o lromoo e PAPOSSOWAOSS O O mm = NO ses O O SS O à O O O O O 2 E oo O OS nano e Sa IES 1A/0/O im alas Extraído do Informativo Rural - Publicação semanal da Sociedade Rural Brasileira - Julho de 1997