A Polêmica do Uso em Plantio Direto


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Publicado em: 01/05/1998

polêmica do uso em 1) : : O plantio direto “ O umas - O - à: Lscinicoa, pis entre pesquisadores, da Silva e Eduardo Macedo Bhering, o profesa ACONtacendo das fo e produtores vem sor Fernando Falco Pruski desenvolveu um protodas s h orma crescente em grama que permite ao técnico ou ao proprietário tr ae AQ DO AS. Drasileiras, sobre a, ruralique tenha um razoável domínio da 6d ' SS ONCE dos terraços em lavourassob — informática, dimensionar e manejar sistemas e p'ântiio direto. Os defensores da retirada dos ter- drenagens de superfície, evitando os efeitos da raços alegam que, com o sistema estabilizado, erosão. a ici aaa e a estruturação do solo são suficientes para evitar os efeitos negativos da chuva Erosã 11] ; rosão/Informáti melhorando o desempenho das máquinas nos ANTA to O AbOSY processos de condução da lavoura. No Segundo Fernando Pruski, as pesquisas fa ” Ne Se cascas es e assistentes téc- para evitar a erosão estão sendo feitas desde a 5 119 ”8a conservacionista alegam que década de 40 no Brasil, mas a grande dificulda- Oo SiISÍêma descrito não é suficiente para evitar de é fazer com que as tecnologias cheguem ao SI Teo, solo e água. O fato é que, movidos campo. Por causa da erosão hídrica, o país perpe'a tacilidade de trabalho, uma grande parcela — de anualmente cerca de 600 milhões de tonelade produtores tem eliminado terraços, sendo que muitos, sem as devidas precauções, sofreram perdas consideráveis em função das chuvas ocorridas logo em seguida à retirada dos obstáculos fisicos.

Ao que tudo indica, esta batalha deverá ir longe, porque os contendores possuem posições arraigadas e dificilmente abrirão mão delas. Agora, com o auxílio do trabalho científico de um das de solo agrícola, uma perda econômica calculada em 1,5 bilhões de dólares. Para ele, além do prejuízo econômico, a erosão representa também um impacto ambiental altamente negativo. O software “Terraços for windows” criado por Fernando é o resultado de uma ”Hoje, nós pesquisa que levou dois anos para podemos fazer um ser concluída e agora está disponiíprofessor da Faculdade de Agronomia da Uni: vel na versão 1.0. O usuário não trabalho de versidade Federal de Viçosa, uma opção inter: > precisa recorrer a nenhum tipo de = vouras sob plantio direto, o que poderá trazer ou gráficos, que foram incorporados de solos em uma maior segurança para produtores e técni- ao programa como um banco de da- dualquer região, cos na questão da proteção contra a erosão. No dos. O software vai acompanhado : Rio Grande do Sul, o produtor e engenheiro agrô- com dicas de instalação para que o conhecendo nomo Humberto Falcão, que já tem lavouras Sob próprio técnico ou produtor possa previamente as plantio direto há cerca de 15 anos, não quis ar- manejá-lo. condicões IÇÕOR riscar ao refazer os terraços numa de suas áreas, e, com apoio da Emater e da Embrapa Trigo, está usando o resultado de uma pesquisa efetuada na Universidade Federal de Viçosa, que permite uma solução menos radical e o uso de terraços com espaçamentos maiores.

Em Viçosa, durante a realização do Seminário de Plantio Direto, conversamos com o professor e pesquisador Fernando Pruski, autor do software “Terraço for windows”, trabalho que lhe valeu o prêmio principal do concurso “Agricultura Real - Um Prêmio à Produtividade e Qualidade”, promovido pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Juntamente com a professora Maria Lúcia Calijuri, do Departamento de Engenharia, e dos estudantes José Márcio Alves Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 Para quem está no campo, afirmou Fernando Pruski, é muito diz» cCiimáticas do local ficil ter acesso às novas tecnologias. O objetivo do programa é dar subsidios para quem trabalha com o controle do processo erosivo.” O professor da Universidade de Viçosa está entusiasmado com as perspectivas de uso do programa, principalmente com a abertura de uma nova frente no plantio direto. “Hoje, nós podemos fazer um trabalho de conservação de solos em qualquer região, conhecendo previamente as condições climáticas que influenciam o processo erosivo do local considerado”, afirmou Pruski. Q considerado