A Experiência do CIRAD e do Grupo Maeda — Plantio Direto na Cultura do Algodão


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Publicado em: 01/05/1998

Bouzinac !, Nelson e Edson Maeda , E ERAS er Oishi, A.M. Ikeda, M. Akio Ide ânia: É Di da produção agrícola no Grupo Maeda 1 Í IRAD-CA, baseados em Goiânia; “ Diretores D AE eta 9 Agrônomos e gerentes de fazenda do Grupo Maeda Texto adaptado do do artigo ”Sistemas de Cultura à Base de A godão, Preservadores do Meio Ambiente, no Brasil Central Foto: Sílvio Marcos Ferreira Os Estados de Goiás e de São Paulo produ- Ziram em 1996, entre 17 e 21º de latitude Sul. 262.775 toneladas de algodão-caroço, ou seja, 295% da produção brasileira (IBGE - 1982/1 996). A ra à partir da safra 1994/ 95, a pedido do Grupo pri vado Maeda o qual cultiva 30.000 ha nessa região, produzindo 7% da produção nacional de algodão. O Grupo Maeda, que possui um elevado nível técni CO, se voltou para a pesquisa a fim de tentar melho: rar uma produção em declínio, apesar do uso cada latosso| : vez maior de insumos e de tecnicidade e, sobret potsncialidade do Sul do Fama ras E Colas EA N a do, a fim de limitar as fortes flutuações interanuao. te do Estado de São Paulo. Sob uy | lel à seus métodos de intervenção em ma pluvio ” ; 0- variando entre 1 000 e 1.700 mm, bica sh 6 real, que são construídos para e com os produt meses. O CIRAD-CA intervei o.

as suas unidades de produção, os quais Jô am comprovados no Brasil Central (Séguy |- Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 199 Bouzinac S., 1996), a equipe do CIRAD-CA realizou em primeiro lugar, um diagnóstico rápido nas fazendas do Grupo Maeda, baseado na análise das relações causais entre o crescimento do algodoeiro e os estados do perfil cultural. Este diagnóstico evidenciou que os fatores limitantes da produção do algodão e sua instabilidade interanual eram decorrentes dos modos de gestão inadequados, que provocavam uma fortíssima erosão contínua do recurso solo nas unidades de paisagem com declives muito fortes e compridos. O preparo de solo à base de gradagens indiscriminadas, associado à monocultura contínua do algodão e queima sistemática das restevas acarretaram o desenvolvimento de profundos cortes de erosão, nos quais a perda de produção do algodoeiro variava entre 8 a 14%: os solos eram desestruturados, muito pulverulentos, em estado seco e, por conseguinte, se tornavam o alvo de uma erosão eólica catastrófica no início do Ciclo, a qual destruia a milhares de hectares de algodoeiros novinhos na região, à cada ano. No decorrer da cultura, o perfil cultural se compactava rapidamente, aprisionando o pivô do algodoeiro nos 30 primeiros centimetros (selamento da porosidade), trazendo um crescimento descontínuo da cultura, que se mos- | ma forte concorrência precoce das invasoras que se tornavam difíceis de controlar e prejudicavam a produtividade do algodão: esta produtividade, extremamente instável no período 1987-1995 era relacionada a pluviometria anual: mais chuva, menor era o rendimento e, de modo inverso, era positiva a importân- Cia da pluviometria do mês de fevereiro, que corresponde a fase de plena floração do algodoeiro. | Face a essa situação, o CIRAD-CA e seu parceiro Maeda, implantaram em 1994/95, na Fazenda Recanto, a mais atingida por esses fatores limitantes que originam a instabilidade crônica, uma primeira vitrine de sistemas de cultura em 75 hectares, a qual reuniu os sistemas convencionais como referência e uma larguíssima gama de novos sistemas visando simultaneamente:

- de imediato, descompactar os solos, minimizar as erosões hídricas e eólicas, criar um perfil cultural regulador; as técnicas de preparo profundo do solo associadas com as rotações, sucessões de culturas e com restituições totais das restevas foram componentes essenciais dos roteiros técnicos criados para estes objetivos.

à (7) Este droduto é perigoso-à Saúde | ATENÇÃO humánacanimale.ao meio ambiente-LeisátentámenteeSiga-rigorosamente as”. instruções côfífidas no cótulo ná.bulaie reGeitã ss 7? Utilize sempre 05 êquipamentos-de proteção» individual Núnca permita a utilização de menores de idade.» :

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e k ag TM Marca T “ (Medianamente Tóxico - Faixa Amarela) à da Novartis, Basiléia! Suíça: “ Classificado. pelo e. .à classe Toxicológica | - a mais longo prazo, construiu gradativamente, com uso sistemático das rotações e sucessões de culturas (soja + milheto ou sorgo, milho + crotalária, etc...), os sistemas de plantio direto a base de algodão nas coberturas permanentes do solo, mortas ou vivas, os únicos capazes de controlar totalmente a erosão, e que podem oferecer produção e aumento das margens líquidas/ha.

A partir de 1995/96 uma rede de unidades secundárias de validação dos melhores sistemas (fazenda de referência) foi instalada a fim de dar uma abrangência maior a nível de todo o projeto algodoeiro Maeda, aos melhores resultados experimentais procedentes do primeiro ano de estudo. Ao mesmo tempo, experimentações temáticas apolaram a progressão constante e as condições de reprodutibilidade dos sistemas considerados mais efetivos. Esses experimentos trataram da gestão das biomassas de cobertura, da evolução das propriedades físicas e biológicas dos solos e de suas relações com a dinâmica de desenvolvimento do sistema radicular e da parte áerea do algodoeiro, do melhoramento, da proteção fitossanitária a nível da semente, do controle das invasoras e dos Insetos.

r————. Divisa de Estados e Cidades Rodovias o Fazendas do grupo Maeda GO » PORTEIRÃO M Rio Verde [0] Bom JESUS ; O ITUMBIARA FP» .— — o se E Ex . E =... e - dio * Uberlândia E Ituiutaba MG bico ' : | ! Cen MS ; Uberaba =. Ee ro ———— x ”SE o” LRC cama o nan É . a” bs ! do Rio Preto ITUVERAVA VA E) UV í ' é 1 | À SP RibeirãoPreto 'dentificadas: DP Alcala 90, CS 8S, Sicala 32, CS 50. Em 1995/96, 2º ano de intervenção da pesquisa, o Grupo Maeda já aplicou em 80% da área seja, (mais de 24.000 ha) as técnicas de preparo profundo de final de ciclo, suprimindo as queimas de restevas, trocando-as por trituração, e começou a reduzir significativamente seu número de tratores, e substituindo as grades por speed tiller, de grande rendimento para o preparo do leito de sementes.

Na unidade de pesquisa da fazenda Recanto, em condições de seca severa, as técnicas de plantio direto do algodoeiro, após as sucessões do ano anterior tais como soja + milheto ou sorgo, e milho + crotalária, permitiram alcançar em plantio direto precoce produtividade superiores a 2.650 kg/ha (427 Qalg.), ou seja, aproximadamente 25% a maisdo — que nas melhores técnicas de preparo profundo do solo: na fazenda de referência Canadá, nas mesmas condições climáticas limitantes, a produtividade média do plantio direto precoce após precedentes de milho + crotalária foi próxima de 3.000 kg/ha (484 (Dalgq.), ou seja, entre 13 a 20% a mais da obtida no preparo profundo do solo, em função do nível de adubação utilizado. Nessas condições de seca marcante, a adubação esgotante, que leva a um desenvolvimento vegetativo menor do algodoeiro, proporcionou a maior produtividade em plantio direto,com 3.200 kg/ha (516 (&/ala.).

Nas vitrines de sistemas das duas fazendas, o plantio direto tardio nas biomassas de milheto ou sorgo guiné se mostrou muito mais produtivo do que qualquer técnica de preparo, que deixa o solo exposto à ação das chuvas e a proliferação das invasoras. No plantio direto precoce, com cobertura de biomassas de milheto ou sorgo guiné, as melhores cultivares (DP Alcala 90, CS 8S, Sicala 32,CS SO) se revelaram também mais produtivos do que nas coberturas de crotalária, assim como apresentaram Uma redução da incidência de ramulose. io Princípios ativos associados, com efeito protetor fitossanitário pro longado, tais como triticonazole em Imidachlopride aplicados em tratamen ÇÃO Sion to de sementes levaram a uma redu-- Ignificativa da Incidência de damping-off ede na entrelinha as invasoras foram controladas por jato dirigido com túnel protetor, com herbicidas totais, baratos.

Os custos médios de produção do algodão variaram entre US$ 910,00/ha e USS$ 1 .200,00/ha em função do nível de adubação e foram equivalentes no plantio direto aos das melhores técnicas de preparo do solo; numa conjuntura econômica POUco favorável, com preços baixos pagos para o algodão, US$ 6,/0/ha/Q, as melhores margens líquidas foram obtidas no plantio direto precoce e foram de US$ 114,00/ha na Fazenda Recanto onde as condições climáticas foram mais severas, até mais de US$ 500,00/ha na Fazenda Canadá, em condições pluviométricas menos desfavoráveis.

Na totalidade do perímetro cultivado do Grupo Maeda, em 19986, o preparo profundo do solo de final de ciclo foi generalizado. As sucessões com duas culturas anuais, que constituem a base das rotações com algodão para a perenização do plantio direto, tais como milho + crotalária, soja + milheto. sorgo ou crotalária, já ocuparam 6.250 ha, ou seja, 25% do total da área plantada. A produtividade de algodão foi estável, próxima de 2 400 Kg/ha (387 Q/alg.) em quase 20.000 ha, os rendimentos de soja e milho aumentaram, apesar de condições climáticas muito diferentes de um ano para outro.

Em 1996/97, terceiro ano da intervenção da pesquisa, o plantio direto confirmou sua superioridaãe crescente e se tornou operacional; as produtividades do algodão e das culturas de rotação aumentaram e os custos de produção baixaram.

Em meio controlado, nas vitrines “sistemas de cultura”, o plantio direto precoce confirmou sua supenoridade em relação ao preparo profundo do solo e permitiu ganhos de produtividade que variaram de 23 a 41%, em função da sucessão do ano antenor (soja + milheto ou sorgo; milho + cortalária; algodão + milheto ou sorgo) na Fazenda Recanto, e entre 10 é 1/% na Fazenda Canadá, apesar de uma puviometria excessiva de 1.700 mm; os melhores rendimentos de algodão em plantio direto precoce se aproximaram de 3.300 kg/ha (532 (D/ala.) em ambos os casos; o plantio direto tardio do algodoeiro na biomassa morta de sorgo guiné ou milheto, pouco produtivo no primeiro ano, permitiu alcançar ótimas produtividades nos anos seguintes, próximas de 3.000 kg/ha (484 (0/alg.), as quais sempre superam de 10 a 25% as obtidas no preparo profundo em monocultura, na medida em que as datas de plantio limite recomendadas foram respeitadas. Nas duas fazendas, a cobertura morta de sorgo guiné é superior a de milheto no caso do plantio direto tardio: menos fermentável no plantio , essa cobertura se decompõe mais lentamente e permite o melhor controle das invasoras (efeitos alelopáticos) e induz produtividades maiores.

Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 19986 Â superioridade dos rendimentos de algodão no plantio direto em relação ao preparo profundo do solo se explica por um peso médio das maçãs maior no plantio direto. praticado de modo contínuo. Fortes blomassas criam um perfil Tegulador”, E” permite uma melhor utilização dos fluxos Idricos e minerais pelas culturas, limitando os efei- - negativos dos excessos climáticos no rendimen- O.

A variedade Sicala 32, já destacada em 1995/ 96, comprovou, em plantio direto, sua superioridade, acima das demais cultivares em competição: ela proporcionou uma produtividade muito estável, em torno de 3.800 kg/ha (613 (&D/alaq.), tanto em plantio direto precoce na cobertura de milheto, quanto em plantio direto tardio na cobertura de SOTrgo guiné, realizado 30 dias após o início das chuvas úteis.

Dentre os tratamentos de sementes, em plantio direto em cima de fortes biomassas fermentáveis, que favorecem o damping-off, o Thiabendazole, associado com Carboxin + Thiram (Tecto + Vitavax + Thiram), as moléculas de Triticonazole (Real) e Carbendazin (Derosal) confirmam sua eficiência no controle do tombamento, até em condições muito úmidas. Esses princípios ativos, somados com Imidachlopride (Premier) ou Aldicarb (Temik) garantem uma proteção fitossanitária prolongada do algodoeilro, tanto contra o damping-off quanto contra OS Insetos do início do ciclo, transmissores de viroses.

O ajuste dos melhores modos de controle das Invasoras no algodão praticado em plantio direto mostrou a seguinte sequência: para a proteção da linha de plantio, as misturas de herbicidas residuais Clomazone + Fluometuron (Gamit + Cotoron), ou Acetochlor + Diuron (Kadet + Cention); para controle das invasoras entre linhas em pós-emergência, até a cobertura completa do solo (50 a 60 dias após plantio), várias fórmulas nas quais a mistura Fluazitop Buty! (Fusilad) + Pyrithiobac sodium (Staple) ou aplicações sequenciais de moléculas de larguíssima aplicabilidade, com jato dirigido e túnel protetor, tais como Diquat (Reglone) ou a mistura Paraquat + Bentazon (Gramoxone + Basagran) aplicada aos 20-25 dias após plantio, seguido de MSMA + Diuron (Daconate + Cention) em jato dirigido entre linha e na linha aos 35-40 dias após plantio.

No que diz respeito a gestão da adubação mineral do algodoeiro, tanto em plantio precoce quanto tardio, na medida em que no horizonte 0-20 cm a saturação de base for superior ou igual a 50%, os teores em P (resina) superiores à 16 ppm, as de K superiores a 0,16 megqg./100 g., as fórmulas de adubação mineral de (55 N + 50 P + 100KV/ha) ou até de (40N + 20P + 40K/ha) permitem, na presença de fortes biomassas acima do solo e no perfil cultural, produzir mais de 2.800 kg/ha (452 (O/alq.) de algodão. Fertilizações mais ricas em nutrientes por ha induzem, nos anos com pluviometria favorável, redimentos superiores a 3.300 kg/ha (532 (O! alq.), enquanto as fertiizações mais leves se tornam as mais produtivas nos anos Secos. Numa conjuntura econômica muito favorável ao algodão em 1996/9/, com preços pago> altos de US$ 8.75/ha/Q, os melhores sistemas de cultura em plantio direto proporcionaram margens líquidas que variaram de US$ 350,00 à US$ 800,00/ ha, com custos de produção flutuando entre US$ 920,00 e US$ 1.250,00/ha, em função do nível de adubação mineral usado.

No meio rural, na totalidade das fazendas do Grupo Maeda no Estado de Goiás, ou seja, uma área plantada em 1996/97 de 19.260 ha, dos quais 16.000 ha em algodão, 2.116 em soja e 1.148 ha em milho (soja e milho seguidos de biomassas de milheto, sorgo, crotalária em safrinha), os rendimentos foram: 2.580 kg/ha (416 (D/alq.) de algodão, 2.840 kg/ha de soja, 5.840 kg/ha de milho.

Examinando a evolução das produtividades desde a intervenção da pesquisa há 3 anos, salienta-se que o rendimento do algodão foi estável, até em progressão de 8% no 3º ano, apesar das condições climáticas muito constrastadas de um ano para outro; entre 1987 e 1994, antes da intervenção da pesquisa, a média do algodão foi de 2.255 kg/ha (363 (Q/alga.) com importantes diferenças interanuais [mínimo de 1.971 kg/ha (318 (QO/ala.) e máximo de 2.780 kg/ha (488 (&/alq.)). À média dos 3 últimos anos com assistência da pesquisa foi de 2.470 kg/ha (398 (&/alq.), ou seja, um aumento de + 11% com variações interanuais inferiores a 10%: o primeiro objetivo de estabilidade foi alcançado.

A Fazenda Canadá, que domina perfeitamente as tecnologias de gestão de solo recomenda - das, produziu, 2.800 kg/ha (450 (&/ala.) de média em algodão, ou seja, 20% acima da produtividade média regional. As produtividades médias das culturas principais de rotação para o algodão, a soja e o milho, praticados com baixo nível de adubação mineral, também progrediram muito nesses 3 anos: a 307% para a soja e mais de 10% para o mi- As culturas de sorgo e milheto, plantadas em safrinha após soja ou milho em plantio direto produzem entre 1.500 e 3.500 kg/ha de grãos + forte biomassa protetora na superfície cultural.

O consumo de combustível diminuiu nit; nulu nitidamente em 3 anos, chegando a 30% na E 0RéNOS Canadá (de 132 para 93 I/ha): a substituição das grades por speed-tiller continua, e a trituração d restevas é generalizada. a Um desafio Internacional Revist o D; 4 a Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 = À ticada a nível das unidades de paisagem (toposequências) melhorou muito e deve ainda progredir rapidamente nos 3 próximos anos com à Incorporação crescente dos sistemas de plantio direto nas coberturas mortas.

Esses sistemas, muito mais estáveis, totalmente preservadores do meio ambiente, obrigatóriamente construídos nas rotações de cuituras, devem permitir, como no caso dos sistemas de plantio direto a base de soja, administrar também ao menor custo a adubação mineral, o controle do potencial sementeiro das invasoras e das pragas.

A pesquisa deve continuar Seus esforços nos próximos anos para estudar o impacto agronômico desses sistemas de cultura à base de algodão em plantio direto na evolução das propriedades físicoquímicas e biológicas dos solos, para extrair indicadores de monitoramento previsional para a agricultura da região e de ecologias tropicais similares. À busca da redução gradativa dos custos de produção que esses sistemas de plantio direto acarretam e a melhoria da capacidade e da flexibilidade de uso dos equipamentos mecanizados devem também ser prosseguidas em prioridade, pois representam, (da mesma forma que a proteção total do recurso solo), objetivos determinantes para uma agrr cultura sustentável.

As repercussões dessa elaboração de sistemas de produção de algodão em plantio direto, que constitui uma estréia mundial, em lavoura comercial mecanizada, interessam de fato, tanto os nossos perceiros da Africa, de Madagascar e da Ásia, quanto os países desenvolvidos no Norte como Estados Unidos.

Bibliografia Gondin D. M. C., Belot J. L., Michel B., 1993 - Manual de Identificação das pragas, doenças, deficiências minerais e injúrias do algodoeiro no Estado do Paraná - OCEPAR - Boletim Técnico nº 33, 100p. Cascavel - PR - Brasil.

IBGE - 1982/1996 - Anuários estatísticos do Brasil. Séguy L., Bouzinac S.. 1996. Um dossiê do CIRAD- CAI/RHODIA e do Grupo Maeda. Os sistemas de cultura mecanizados a base do algodão preservadores do meio ambiente. Documento Interno CIRAD-CA, Montepellier, França, 130P *T anexos.

e L., Bouzinac S., 1996. Um dossiê do CIRAD” : ÁS AO Da tranferência de tecnologias | ; e-Sul aos sistemas de plantio direto em 2092 ”opical úmida. Documento interno CIRAD-EA Montpellier, Fr ahça, 164p. + anexos. > 4