Tratamentos de cobertura nitrogenada para a cultura de milho com TOA ——— . ..« ....
Tratamentos Engonse=esg once neneesnee [CO/NA ==cnsncrenene=an— Testemunha ”sim --- --- oe uréia posterior 52,5 --- 52,6 U+SA posterior 51,2 -— 52,6 uréia anterior -—-- 52,7 Ee U+SA anterior —— 51,3 e.
aeee ae tea Aa A TE EA AA AAA () U+ SA = adubação mista de uréia + sulfato de amônio na 1º exclusiva de uréia na 2º cobertura.
Fontes de N Irrigação 25 Comportamento dos adubos nitrogenados em clima e solo de Cerrado No início da década de 90, iniciou-se de forma explosiva a adoção do plantio direto no Cerrado, chegando-se na atualidade a uma abrangência de uma superfície acima de 2 mi- Ihões de hectares sob esse sistema de maneio. À tendência exponencial na adoção desse sistema pela agricultura do Cerrado levanta um importante desafio para os técnicos, pesquisadores e os próprios produtores na consequente adoção dos pacotes de tecnologia (manejo quantitativo e qualitativo dos insumos) para sistemas conservacionistas. A tendência dos dados mostra claramente que seja motivado pela diminuição de custos variáveis e/ou pelo aumento na qualidade do solo, o produtor está adotando em forma Irreversível o sistema. Entre os desafios Irrigação anterior a adubação (*) N aplicado 1º cobertura 271 (d.a.p.) 36 a serem enfrentados nos solos de Cerrado, o manejo da adubação das culturas de renda em plantio direto, e especialmente do nitrogênio requer urgentemente ser repensada tanto para a agricultura de sequeiro como Irrigada. Cabe à pesquisa enfrentar esse desafio sob duas óti- 2º cobertura cobertura (relação N/S = 21)e Waldo A. R. Lara Cabezas Pesquisador visitante estrangeiro, Departamento Agronomia da Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia-MG - E-mail: waldolarOtriang.com.br cas: estudos a curto prazo que enfoquem a tecnologia de aplicação (quanto, que e como aplicar) sob diferentes condições edafo-climáticas, e estudos a médio e longo prazo, com monitoramento sistêmico do sistema, para aliar o manejo da adubação, tanto nitrogenada como dos outros nutrientes, no contexto da rotação cultural. Cabe salientar que a planificação da rotação cultural no sul do país têm mostrado que doses de até 30 kg/ha de N são suficientes para se alcançar lucros significativos na cultura de milho em sistema de plantio direto.
Os resultados a seguir apresentados representam o período compreendido entre os anos 94 e 98 de pesquisas efetuadas na área de manejo da adubação nitrogenada na cultura de milho em sistema de plantio direto mecanizado, na condição de sequeiro. Os primeiros trabalhos realizados objetivaram estudar o comportamento das perdas por volatilização de amônia provenientes da uréia e outras fontes sólidas e fluidas aplicadas na cobertura nitrogenada. A avaliação dessas perdas sempre foi motivo de polêmicas, por problemas de metodologia para estimar as perdas em condições de campo. A calibração de um coletor para estimar perdas reais, têm permitido efetuar estudos com maior precisão da medida e quantificar a Sua importância no manejo da adubação nitrogenada em plantio direto.
No ano agrícola 93/94 foi avaliado o efeito da irrigação anterior e posterior à adubação com uréia, e de sua substituição par cial por sulfato de amônio nas perdas gasosas. O N foi aplicado 25 e 36 dias após o plantio como indicado no quadro 1. Com irrigação posterior à adubação (28mm) e ainda pluviosidade de 52,6 52,6 Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 sh, = patria ' dade pelo sulfato. À Substitui irrigação posterior à adubação parte da uréia aplicada na O CobeNtura nitrogenada pOr um sal acidificante (ainda que em grânulos separados) pode contribuir de forma significativa a diminuição das perdas que o manejo da irrigação, cuja efetividade seria mais dependente das condi- Çoes ambientais no momento de efetuar a cobertura. Os resultados de produtividade mostraram acréscimos de produtividade em relação a testemunha, de tal forma que 19,3 kg/ha de grãos deixaram de ser produzidos por quilograma de N volatilizado (Figura 2).
| No ano agrícola 94/95 foram instalados dois experimentos na cultura de milho, em solo argiloso em plantio direto sobre cobertura de avela-preta e arenoso em plantio Fertilidade ”ia. - £ nm 1 sa: Sa | ] 7” à tempo, dias 2º cobertura convencional. Foram avaliadas as E. perdas por volatilização de N- Figura 1a. Perdas por volatilização com irrigação porterior amoniacal de 100 kg/ha de N apli- . à adubação cado a superfície e incorporada (5cm na entre-linha) de cinco fontes nitrogenadas: sulfato de amônio (sa); 60mm, ocorrida no dia seguinte, as perdas acu- uréia (u); nitrato de amônio (na) e dois adubos muladas de N-amoniacal após 42 dias de apli- fluidos: uran (ur) e sulfuran (su). No plantio direcadas as fontes foram de 40,6 e 23,0% do N to (Figura 3a), as perdas acumuladas de N- aplicado para os tratamentos com adubação ex- amoniacal da uréia, uran e sulfuran aplicadas clusiva de uréia e substituição parcial com sul- na superfície foram, respectivamente de 78; 37,2 fato de amônio, respectivamente (Figura 1a). A altemância de espaços de tempo sem chuvas, provavelmente não se traduziu em transporte de uréia em profundidade. Cabe salientar aqui a incidência de fatores climáticos após a adubação tais como temperatura, intensidade e distribui- 49 ção da pluviosidade e a umidade relativa do ar 40 : la - mad ênci ladas de ES] isítaãoa rdas gasosas acumula na ocorrência de pe g 25 As importância. A condição climática do Cerrado no 30 25 / | | Irrigação anterior à adubação período da adubação de cobertura, está sem dúvida alguma favorecendo as perdas pela alta temperatura e evapotranspiração: transporte à superfície da uréia e amônio, produto da hidrólise, 20 aumento do pH no sitio da hidrólise e a maior Í atividade da urease na superfície pela presença 15 d— da palhada. 10 ” Quando a irrigação foi efetuada antes da —E uréia adubação, as perdas foram de 42,8 e 38,6% do 5 —O— uréia + sulfato amônio O C— EEE jo 2) 7x1? 16 21/26/30 35 40 ” N aplicado para os tratamentos com adubação exclusiva de uréia e substituição parcial com sulfato de amônio, respectivamente (Figura 1b). O sulfato de amônio em solo ácido estaria contribuindo com uma fonte adicional de prótons 1º cobertura 2 2º cobertura 40 meio, pela hidrólise da sal, neutralizando o efeito alcalinizante da hidrólise da uréia e, consequentemente, reduzindo as perdas provemeéntes desse adubo, além do próprio processo de nitrificação e arraste de bases em profundi- N volatilizado acumulado, % do aplicado tempo, dias Figura 1b. Perdas por volatilização com irrigação antenor à adubação IO Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 o xo GG . Fr GS o xe õ o v S = = =. O Oo Ts Si — = S o = e Fertilidade Produção relativa, % y=10/,48 - 0,33 x 92 r=-0,94 91 90 Eriferoos 20 25 30 35 40 45 50 Perdas acumuladas de N, kg/ha Figura 2. Efeito das perdas acumuladas na produtividade relativa.
e 26,9% do N aplicado. No plantio convencional (Figura 3b) as perdas mais significativas foram de uréia (30,/%) e uran (9,/%). O nitrato de amônio e sulfato de amônio apresentaram perdas inferiores a 15% do N aplicado em superficie. Por outro lado, quando feita incorporação da uréia, as perdas de N foram inferiores a 5% Plantio Direto TERRA superficial é incorporado É Es á gs x. ” E) 7 . as ; E. Fa a à . ” ão fontes nitrogenadas sa = sulfato amônico; na = nitrato amônio; u = uréia: ur = uran: su = sulfuran Figura 3a. Perdas acumuladas de 5 fontes nitrogenadas de cobertura em plantio direto.
do N aplicado, tanto em plantio direto como convencional. A correlação das perdas por volatilização de N-amoniacal e a produtividade dos dois experimentos mostraram que no piantio direto houve uma queda de produção de 13,3 kg/ha de grãos e no plantio convencional, de 11,8 kg/ha de grãos para cada quilograma de N volatilizado (Figura 4). Esses resultados colocam em evidência 2 grande dificuldade de associar perdas gasosas à produtividade. À maior fertilidade de um solo está suprindo a cultura com maior quantidade de N-nativo, minimizando o efeito do N volatilizado na queda de produção. Os adubos estão mostrando claro comportamento diferenciado em relação ao manejo, embora não seja apreciado o correspondente comportamento de produtividade. Isto, não deve levar a se pensar que as fontes apresentem comportamento similar, e consequentemente, seja indiferente a escolha da fonte nitrogenada e o manejo a ser efetuado com ela.
No ano agrícola 95/96 foram avaliadas as perdas por volatilização de amônia na cobertura do híbrido Exceler, em seis tratamentos de cobertura, quatro repetições: uréia superficial (US) e incorporada (UI); uran superficial (URS) e incorporado (URI); uréia + KCl e uran + KCi na dose de 100 kg/ha de N, aplicados na entrelinha, 30 dias após o plantio (Figura 5). Até os 26 dias de efetuada a cobertura nitrogenada, as perdas acumuladas foram respectivamente de 47,5: 4,8: 15,6; 3,3; 36,2 e 12,9% do N aplicado. Esses re- Sultados vêm a confirmar que a uréia aplicada a superfície constitui uma péssima altemativa para plantio direto, como também tem sido registrado em plantio convencional. Entretanto, fica evidente que sua cuidadosa incorporação faz dela uma fonte tão eficiente como o nitrato de amônio aplicado a superfície em plantio direto. Dessa figura se pode também inferir que a adição conjunta da uréia + KCI, diminuir em 11,3% as perdas em relação a uréia (11,3 kg/ha de N). O uran superficial perdeu em termos relativos, 33% a menos que a uréia e o efeito da adição do cloreto foi menos significativo (2,7 kg/ha de N). Em relação a aplicação de uréia e uran superficiais, as perdas foram menos significativas para uréia+KC! (23,8%) em relação a uran (17,3%). Pode-se apreciar que na cobertura potássica vêm a contribuir não somente com a complementação de outro nutriente (K), como também a diminuir as perdas por volatilização de amônia. O maior contato do K com o N (na forma fluida), em relação à mistura de grânulos constitui uma forma maiS eficaz de aplicação de ambos os nutrientes à cobertura (12,9 contra 36,2%). Cabe salientar que a relação N/K de ambos os adubos foi a mesma. Testar relações K/N tanto de uréia como de uran Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 constitui um futuro passo a ser dado sempre que essa relação Se ajuste aos requerimentos nutricionais da cultura.
Em junho de 1997 foram avaliadas as perdas gasosas de N provenientes da aplicação de 100 kg/ha de N-uréia e -Sulfato de amônio sobre palhadas de milho e crotalária em densidades equivalenteS a 1,3 e 6 t/ha, para verificar se diferentes adensamentos e tipo de palhada Dpoderiam afetar a magnitude das perdas. Após 16 dias de registro, as perdas médias dos três adensamentos de palhada, que não mostraram diferenças entre sl, foram de 27,3 e 25,6% do N- uréia aplicado sobre palhada de milho e crotalária, respectivamente, e de 1,8 e 1,4% do N-sulfato de amônio. Em geral, os registros foram inferiores aos registrados nos estudos anteriores porque houve condições climáticas que favoreceram as menores perdas: temperaturas na faixa de 19 a 22ºC e pluviosidade que deve ter contribuído a dissolução e transporte do adubo até o solo. Este foi um estudo preliminar que pretende ser ampliado, visto a grande diversidades de situações (palhadas e adensamentos) de contato adubo-palha, quando aplicado em superfície. Entretanto, mais uma vez fica estabelecif f Sementes Mario José Basso — TRIGO - AVEIA - CEVADA MILHO - FEIJÃO - SOJA BR 285, km 142 - Caixa Postal 107 - CEP 95200-000 Fone/Fax: (054) 231 1132/504 5651 VACARIA - RS E-mail: stesmjbQnutecnet.com.br Melhor desde a raiz FT-2000 — 2002 2003 COMETA FT-9 Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 A Ae ada: de amônio pode ser aplicado na Sem apresentar perdas sianificat; sobre a palhada. À io, e Ainda OS estudos devem aprofundar em . Ção à Imeorporação da uréia, dado que conse o E e nitrogenada de maior utilização. Por à DO à 9,0 implemento de incorporação deve ser à E O SÂto mMinimiIZando o disturbio da super- do Solo e a remoção da palhada da entrelinha e flexibilizar o local da aplicação segundo a lado, a maior expressividade do processo de Imobilização do N Incorporado, estará intimamente relacionado com a razão C/N das culturas precedentes. A incorporação da uréia na profundidade de 5 a 7 cm pode estar resolvendo o problema de volatilização, entretanto, a imobili- Zação do N, pode estar afetando a sua disponibilidade para a planta. Medidas diretas do N imobilizado do adubo aplicado são necessárias para determinar a importância relativa do N presente na fração do N orgânico do solo nessa camada.
Visando avaliar o efeito da profundidade de aplicação da uréia de cobertura na produtividade de milho, foi instalado um experimento sob O GS e. +& O LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SEMENTES LTDA.
e Prestação de serviços em análises de sementes e Determinação da qualidade física, fisiológica e sanitária de sementes Rua Diogo de Oliveira, 640 - Fone: (054) 314 1585 Passo Fundo - RS Fertilidade N volatilizado acumulado, % do aplicado cobertura de trigo de 42/6 kg/ha na primeira quinzena de outubro de 1998, com um implemento sulcador que foi adaptado para efetuar aplicação uniforme até 10-12cm de profundidade. Nesse estudo foi aplicado 126 kg/ha de N-uréia nos estádios de 4-6 folhas e no estádio de 8-10 folhas, na superfície, incorporado (5- 7cm) e enterrado (10-120cm). Junto à primeira cobertura, foi aplicado, em todos os tratamentos, 35 kg/ha de S-gesso na superfície e suplementado mais 75 kg/ha de KO-KCI. Na figura 7 são mostrados a produtividade e a quantidade de N absorvida pela parte aérea da planta aos 40 dias do plantio. A produtividade foi afetada pelo veranico ocorrido (25 dias) logo após efetuado o plantio. Ainda assim, pode-se apreciar o efeito significativo da adubação com S (aproximadamente 500 kg/ha a mais de grãos, em relação à testemunha). Com o milho em estádio de 4 folhas se observou uma tendência a maior produtividade quando o adubo foi iIncorporado e enterrado. Já no estádio de 8 folhas, a Plantio Convencional —”— — CARAS Se aa Dedo: r.. a AND RAACAALAL Ea Dna eo. 2a cat A SE L * e... o . | superficial sa na fontes nitrogenadas sa = sulfato amônico; na = nitrato amônio; u = uréia: ur = uran; su = sulfuran Figura 3b. Perdas acumuladas de 5 fontes nitrogenadas de cobertura em plantio convencional produtividade se manteve nos patamares da alcançada pelo milho no estádio de 4 folhas com o adubo incorporado ou enterrado. É interessante a relação que Se observa entre a produtividade e a absorção de N pela parte aérea da cultura aos 40 dias de plantio. As maiores produtividades refletem a absorção acima de 140 kg/ha de N na parte aérea. Ainda está em processo de análises da parte aérea uma etapa ulterior de Revista Plantio Di Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 desenvolvimento da cultura, quê deve mostrar uma relação mais estreita entre o N absorvido pela planta e à produtividade. Em relação a imobilização do N aplicado, não é possivel aventurar uma interpretação clara. Da mesma forma como já foi discutido anteriormente para o processo de volatilização de amônia, a avaliação da imobilização de Nem plantio direto passa necessariamente pela avaliação direta do parâmetro em estudo. õ A eficiência de recuperação de N pela cultura é, sem dúvida alguma, O melhor indicador no manejo do nutriente aplicado. Nesse sentido, devemos reforçar a idéia que à chamada “recuperação aparente estimada pela diferença de produtividade entre a parcela tratada e a testemhunha não constitui a melhor ferramenta de avaliação. O N introduzido em forma locali- 72ada afeta a atividade microbiológica que, por sua vez, estará afetando com diferente grau de intensidade o solo, segundo seu nível de fertilidade (maior ou menor teor de matéria orgânica), gerando liberação de N nativo, que será aproveitado pela cultura. Na parcela testemunha, Isto não acontece, e a planta estará assimilando unicamente o N que está disponível no solo, sem afetar a matéria orgânica. Portanto, com o inturto de contornar esta ferramenta da metodologia convencional, no mesmo estudo desenvolvido em 95/96, foi aplicado N-uréia e N-uréia do uran marcado com ”*N, em microparcelas, dentro das parcelas contendo os tratamentos de urêia e uran aplicados na superfície e incorporado (5-7cm) na dose de 100 kg/ha de N. Na figura 8 pode-se apreciar a distribuição do N-solo e do N-uréia dos adubos na planta. As maiores quantidades de N absorvidas corresponderam a uréia incorporada e uran aplicado na superfície (158,7 e 165,0 kg/ha, respectivamente). Em termos absolutos, dos 100 kg/ha aplicados como uréia na planta inteira, foram recuperados 20,0 e 29,6 Kg quando aplicada à superfície e incorporada, respectivamente. O fato de se efetuar a incorporação mostrou um acréscimo de 48% a mais do N-uréia na planta, o que resulta coerente com as perdas de N-volatilizado nesses tratamentos. Por outro lado, dos 43,6 kg/ha aplicados do N-uréia do uran, para ambas as duas formas de aplica- E OM foi observada uma recuperação similar: 11,/ 0. ha, traduzido numa eficiência média de 26,8 o do N-uréia. Fica evidente que as perdas por E ESBOÇO do uran na superfície não foram signio o ao ponto de afetar sua absorção pela E At a Considerando que uma fração do N-ni =. tão SS en deva ter sido absorvida pela plannaior ef eterminada), o uran apresentou umãê ima E CISApIS Sh À uréia incorporada mostrou tanto ts Sedes de 29,6 % do N aplicado. Entre- E e destacar a baixa eficiência, em ge- Gas fontes utilizadas. Contribuindo também 100 atenção e que dependem de maior suporte de m Informações provenientes da pesquisa para o8 E avalizar a sua definição. Entretanto, serão apre- 96 E ME y = 95,65 - 0,128 x sentados os primeiros resultados disponíveis no ã. & re 081” presente. Em relação a época de aplicação de N na cobertura ou no plantio/pré-plantio, no perío- E do agricola 96/97 foi instalado um experimento “ com o cultivar Master, semi precoce, com os se- 90 EM guintes tratamentos de época de aplicação de O (O je O 2 m Produção relativa, % as : 100 Kara de N de cobertura: Zero N na cobertuã. - eb à 00% no plantio como N-sulfato de amônio, o na cobertura, 30 dias após emergência, 84 — na forma de nitrato de amônio; 65% de N no ão plantio como sulfato amônio e 40% na cobertura õ Ss Ulluta de à à. à ES 40% no plantio como 8 mônio e o na cobertura como ni- 0 10 20 30 40 50 6O 70 8 trato de amônio. Os resultados de produtividade Perdas acumuladas de N, kg/ha são apresentados na figura 10. Embora não tenha sido observada diferença significativa nos Figura 4. Efeito das perdas acumuladas de N tratamentos que receberam adubação de N, a em PD e PC na produtividade relati- tendência dos dados apresenta tanto na produtiva de milho vidade como na absorção de N (6373 kg/ha - 103,1 kg/ha), quando toda a cobertura foi efetuada 30 dias após o plantio. O efeito de ter sido a baixa eficiência dessas fontes, mais do 95 % aplicado diferentes quantidades de enxofre no do sistema radicular coletado (6/6,4 mg kg” de plantio não se refletiram em maior acumulação solo) foi colhido na camada de 0-15 cm de solo. do mesmo no grão e a determinação do pH no Efetivamente, na camada de 15-30 em foram sulco de cobertura não mostraram diferenças registrados os maiores valores de densidade glo- entre os tratamentos. Ainda assim, deve-se rebal (1,34 kg dm?), em relação a valores meno- conhecer o método experimental que pudesse res observados à profundidades maiores: em tor- ser gerado pela aplicação de diferentes quantino de 1,28 a 1,26 kg dm”. dades de S no plantio, nos tratamentos testa- Na correlação efetuada da produtividade dos. de milho obtida com a aplicação da uréia e uran, em função do N total absorvido pela planta (Figura 9), podese apreciar claramente que as maio- Fontes sólidas e fluidas res quantidades de N na planta, e o consequentemente as maiores produ- K O | m So ariícial tividades foram alcançadas com a uréia 3 incorporada e o uran na superfície. No &S PAO IM incorporado caso específico da aplicação do uran ie. e incorporado, deve-se considerar a pos- E sibilidade de ter ocorrido um contato x 30 mais íntimo com as partículas do solo = DE bo e em maior extensão, em relação a O uréia incorporada, e que apresenta > 20 formas de N (nitrato de amônio) já dis- S 45 poníveis para os microorganismos do 9 - solo. Por outro lado, é sabido que o pH SS ox o | do entorno não muda em forma signi- 2 | | ficativa com o uran, como acontece — E : > U+KCIl —UR+KCI durante a hidrólise da uréia. Esses fatores poderiam estar favorecendo uma maior imobilização do N do uran em relação ao N da uréia. | + | ” À época e as doses de aplica- Figura 5. Volatilização de N de uréia e uran aplicados al : ição de ção do N na cobertura do milho são superficie e incorporado, E CASTAS outros dois fatores de tecnologia de KCl. na cobertura nitrogena aplicação que têm merecido à nossa Fontes nitrogenadas Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1958 E] uréia E su. amonio N volatilizado acumulado, % do aplicado palhada milho palhada crotalária Figura 6. Perdas de N volatilizado proveniente do N aplicado da uréia e sulfato amônio sobre palhada de milho e crotalária (Valores médios de três adensamentos de palhada) No experimento realizado no período agrícola 95/96, já citado anteriormente, foi incluído também um tratamento com aplicação de N- uréia em pré plantio, junto aos tratamentos de uréia superficial e incorporada, uran superficial e incorporado, uréia + KCl e uran + KCI na superfície e testemunha. Os resultados respecti- —H 180 : / 160 Produtividade de grãos, kg/ha O mEenNoESTOUORSNIRIDENEERENSIRARCEPRIEOEÂENRESSNEPRMANRÇHO Figura 7. Produtividade de milho sob aplicação de N uré de 4 folhas (4F) e oito folhas (8F) e na superfí porado (1) e enterrado NS + |4F NS + E4F NS + S8F NS + I8F NS + E8SF Tratamentos (—=e- = N absorvido planta) vos, em produtividade e avaliação de N na folha +4, na época da inflorescência foram: 6.378: 6.314: 6.645; 6.844; 6.377; 6.514: 6.487 e 6.262 Kg/ha de grãos e de 3,11; 3,17: 3,17: 3,27: 3,18: 3,40; 3,19 e 3,01%. Nesse experimento, mais uma vez se confirma que a adubação de N no pré plantio ou plantio não foi vantajosa. Mais estudos que venham acompanhados do histórico de palhadas depositadas por culturas precedentes serão determinantes na definição da época e a doses de adubação de cobertura nitrogenada na cultura de milho nos solos de Cerrado.
Um estudo mais amplo foi desenvolvido na safra 95/96, aliando doses e fontes de N a fatores genéticos e população de plantas em plantio direto. Em latossolo vermelho escuro, argiloso, distrófico, foram instaladas em faixas, cinco parcelas, constituídas cada uma por os seguintes tratamentos de adubação nitrogenada de cobertura: duas fontes de nitrogênio (N) nas formas de uréia e sulfato de amônio, e três doses de N aplicadas com maquinário: Zero de N, 75 e 150 kg/ha de N, incorporadas a 2-3 cm, distante 15 cm da linha de plantas, no estádio de 4-6 folhas. Cada parcela (tratamento de adubação), foi subdividida ao acaso em três níveis de população de plantas: 50.000: 60.000 70.000 plantas por ha, e por sua vez, cada N absorvido parte aérea, kg/ha lanoestádiá — Nível de população foi subdividido, contencie (S), incor; — do sete híbridos, distribuídos ao acaso e com três repetições cada: Exceler (precoce); Master (normal); Star (normal); G-156C (normal); G-1428 (precoce); Premium (precoce) R : evista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998 Uran superficial no E 6750 y = 5300 + 8,69x r= 0.84 (Prob> F. 0,159) $ | Uréia Superficial rêeia Superiicia 3 6500 i ã Uréia incorporada; Uran incorporado 6000 100 , 125 150 «+ — N-total recuperado planta, kg/ha : : Y Y vY Y (kg/ha) N - volatilizado: 47,5 3,3 48 15,6 (% do N aplicado) N - uréia pl. int.: 20,0 11,7 29,6. 11,7 (kg/ha) Eficiência fert.: 14,6 26,8 18,7 26,8 (%, em relação a N- uréia) Figura 8. Produtividade do milho em função do N total da planta (parte aérea + grão) sob os tratamentos de uréia e uran aplicados na superfície e incorporado.
e Tecnus (super precoce). No quadro 2 está a produtividade média dos sete híbridos em função das fontes, doses e para cada nível populacional. Para o stand de 50.000 plantas, entre os tratamentos adubados, houve apenas um acréscimo de 500 kg/ha de grãos em favor da maior dose, sendo que a fonte uréia reportou o maior lucro (R$ 67,2 por ha), considerando a saca de milho a R$ 7,00. Um menor número de plantas (4 plantas por metro linear) deve ter gerado um menor contato solo/raiz, o que deve ter afetado a eficiência de utilização do N adubo pela planta. Já para densidades maiores de plantio (60 e 70.000 plantas por ha), a média de produtividade dos sete híbridos mostrou-se afetada pelos tratamentos de cobertura nitrogenada (Quadro 2). O melhor contato adubo/raiz deve ter favorecido uma diferenciação entre esses tratamentos. Pode-se apreciar que para a dose de TO kg/ha de N, em ambos os níveis populacionais, houve tendência clara a maior produtividade com a aplicação de sulfato de amônio. A adição do enxofre e as maiores perdas da uréia por volatilização de amônia, devem ser as principais causas do melhor efeito do sulfato de amônio comparado com a uréia, na dose de 75 kg/ha de N. Aliado a maior produtividade, o melhor retorno econômico (considerando o preço da Saca à Revista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 19 30 R$ 7,00) foi obtido na população de 70.000 plantas com R$ 76,8 por hectare. Quedas de 324 e 506 kg/ha de grãos foram registradas para as populações de 60 e 70.000 plantas por ha, res- —O- N-dgrão | Produtividade | Produtividade grãos, kg/ha I> O O O K s— es... - = peca s— O ão. GG > & O Ta - | E | - É L 0-100N 100N- O Testemunha Época de cobertura, plantio - 30 dias após plantio Figura 9. Produtividade e absorção de N no gr SON - 40N 40N-6ON 120 100 80 & FE É 60 e O & 40 ão sob tratamentos de aplicação de N no plantio e 30 dias apos.
Sã : acrésci dio em torno de : il . Por ou- 150 kg/ha de N: acréscimo méúuio Om pectivamente, quando utilizada a ureia 1 500 kg/ha de grãos, em relação à ausência de tro lado, para a dose de 150 kg/ha de N, não fo! Seca O servada diferença significativa de produtiv!- cobertura nitrogenada. Houve um efeito signifidade entre as fontes, nos três níveis de popula- cativo da produtividade e de retomo economições de plantas, sendo obtido o maior lucro (R$ co, devido ao aumento na Abit de FÁao: 112,2 por ha) com a aplicação da uréia. O sul- tas. Entretanto, esses aumen os ocorrem em funa diminuição da produtividade média fato de amônio foi sempre menos lucrativo nes- ção de um | sa dosagem, para os três níveis de população por planta. Considerando oS dados do quadro 2, de plantas. Provavelmente a maior dose de N observa-se que a produção de grãos por planta foi de 122,7; 111,0 e 98,9 gramas por planta, aplicado, independente da fonte, deve ter atingido o ponto de saturação da curva de resposta dos híbridos a esse nutriente, pelo que a limitação de outros nutrientes, principalmente o potássio, poder ter limitado a produtividade do milho. A uréia, embora não determinado neste estudo, deve ter tido perdas gasosas significat!- vas, mas, outros fenômenos ocorrendo simultaneamente no solo, devem estar compensando essas perdas e mascarando os resultados de produtividade. A maior dose de N aplicado, indepara os níveis de população de 50,60 e /0.000 por ha, respectivamente. Portanto, um agricultor que quer aumentar à Sua produtividade por área, deve estar consciente da menor produtividade por planta devido ao aumento do stand. O agricultor deve esquecer as antigas idéias de “espigas grandes” como fator de produção, e sim procurar constância de espigamento. ESSES rTesultados estão indicando que independente das particularidades de cada híbrido, o potencial gependente da fonte, está favorecendo um maior nético dos cultivares estudados foi melhor aprodesenvolvimento radicular e crescimento da veitado quando submetidos a um maior biomassa microbiana do solo, o que se traduz adensamento populacional. Se o potencial de numa maior absorção do N do solo pela planta e produtividade do milho em solos de Cerrado está acima das 13 t/ha de grãos, sem duvida, esse potencial poderá ser al- Quadro 2. Efeito da fonte e dose de nitrogênio e da densidade populacional cançado com aplicações maiores e de plantas na produtividade de sete híbridos de milho em sistema balanceadas de todos os nutrientes, de plantio direto com niveis populacionais mais al- ETTA TT tos que o atualmente praticado, esensidade populaciona ecialment lantio diret Tratamentos SS P e para plantio direto. reger — (Splantas/ha) e, Media Para concluir deve-se Fontes ose E AS npc o enfatizar que o melhor manejo da Testemunha 5252b —5.908d 588c 5681D E eh ação nitrogenada em plano Uréia 75 6.011 a 6.299 cad 6.601 b 6.304 C o requer esttidos a médio elons 9go prazo que envolvam os proces- Sulfato de 75 6.339 a 6.623 bc 7.107 ab 6.690 B Amônio SOS de transformação do N inseri- Uréia 150 6521a 702ºab. 7548a 7020A dos dentro da planificação da rota- Sulfato de 150 6.563 a 7.446 a 7.492 a 7.167 À ção cultural em plantio direto a ní- Amônio vel regional. Isto requer um Média 6137 C 6.660 B 6.925 A monitoramento sistêmico ao longo O a TE o E Re sa sõoo ES UR nc asesEhee Es va EVT EAeAeho ES nm Rracaooo Oo IEEE IR Rs ans do tempo, de áreas introduzidas ao sistema de plantio direto, e o acompanhamento mais completo possí- ! E de A vel dos fatores que, direta ou indinum ataque mais expressivo à matéria orgâni- retamente, estão afetando à disponibilidade do ca do solo, respectivamente, criando condições para uma maior absorção do N disponível Dará dá, NOSSS OONBNEA D tAUS A ovembro det 997 a planta proveniente do solo. Esses fatores esti- foi estabelecida a a â a E ROSES - à mulados estariam reduzindo o efeito direto das to e convencional. o + ea piloto de plantio direfontes na produtividade. O fornecimento do N efeitos ambientais o tic: Sendo avaliado sã Se ÃO a pi é significativo e está demons- N. Acredita-se que de O Chtlos Ã- SO OI ão Saia doe tata Çao médie elevada — vendo também outras disciplinas, podersoi/sef beriura em ambos ps níveis eXCIUI AÇÃO de co- estabelecidas diretrizes condize t ejo populacionais (5.908 mais tecnificado da adubação e togendda num e 5.883 kg/ha de grãos, para 60 e 70.000 plan i E : siste : - tas por ha, respectivamente). Independente da das Slividados. SONORO A ser SS Nao a Iintegraça população de plantas, os resultados mostram S A. S a Ar] que houve resposta significativa para a dose de a Opecudna nossolos de Cerrado. e 60 & R | sa evista Plantio Direto Especial Cerrado - Maio/Junho de 1998