Inglaterra, na primeira metade do século XX, o siste- ”EEE o F | U) r | 1 r f' | ma plantio direto, que Já ocupa Ns.
; | rá | ; STTREEIA * OONODESV ERES = ESTE T TIE: : . - uma area superior a 40 milhões de hectares em ' FÃ | A ] [ T - [; á | |; WU Y x toda a América, principalmente no Canadá, Estados Unidos, Brasil, Argentina e Paraguai, começa à se estabelecer também em alguns países da Europa, atendendo à necessidade de uma agricultura sustentável em termos ambientais e econômicos. O continente europeu ainda enirenta problemas sérios de erosão e contaminação de mananciais por pesticidas e nitratos. itens que inviabilizariam a produção agrícola se não fosse os indisfarçáveis subsídios que os produtores europeus recebem de seus governos e que mascaram a situação. Agora, quando os subsídios começam a ser contestados e a globalização aguça a competição, a Europa como um todo está bastante interessada na tecnologia do plantio direto, cujos resultados atendem a esses requisitos básicos de produtividade com qualidade, sem degradação — EX SS) ASR ”ep issstihe Em condições bastante diferenciadas da > RE AA no América, em termos de solos, clima e cultivos, direcionados em grande parte para a alimentação de animais, o plantio direto começou a evoluir na Europa a partir do início da década de 90, graças ao trabalho de alguns institutos de pesquisa e de empresas privadas como a Semeato, Monsanto e Zeneca, entre outras. A Semeato, cuja história está intimamente ligada com o desenvolvimento do plantio direto no Brasil e na América Latina, mais uma vez está tendo um papel de vanguarda no trabalho de estabelecimento nessa nova/velha fronteira agrícola.
Revista Suiça destacou plantio direto. Na capa, modelo SHM da Semeato. “Na Espanha, quando começamos a traba- Ihar na região da Galícia, onde predomina gado de leite, o plantio direto era zero e hoje já temos cerca de 40 mil ha. Em toda a Espanha, a área com semeadura direta hoje alcança mais de 140 mil ha.” À afirmação é do técnico Sérgio de O!li Revista Plantio Direto*- Novembro/Dezembro de 1998 is E Ez A ároio Oliveira, tivemos que ardo da Semeato, que acompanha o trabalho da — inicio, 1º oo do nonstra a viabilidade do E CSA na Europa desde 1993, quando a se- rendar áreas para mp : , VII emos fertilizantes, semenmeadora TDE ganhou a Medalha de Ouro na Fer- plantio EUA eq: e éNrdo ISShaDL, Se als 17 ; 11 as tes e OS dem : ) ra Agrícola de Verona, na Itália. Sadi Se Se balho, Numa dessas áreas demonstrafvas | icões de solo na Europa são muito advers O SS | E SAIS Sua desfavoráveis na Fazenda da Paz, na região da Galícia, no norte | pois, além dos aspectos naturais convenciocomo a umidade excessiva no Vale do Pó, na da Espanha, as o e e ara SOCO | Itália, e a presença de pedras nas lavouras de nal renderam 42 t/ha Pp :
Portugal, Espanha e até da Alemanha, não exis- quanto as parcelas Ê a E Mesa ETNIA te o costume de deixar palha sobre a lavoura, Já rendimento de 62 t/ha. NÓ q Facão Guilhotina, tecnologia de ponta em plantio direto - ———.— CAN—————— — - — A liderança da marca Semeato em plantio direto na América e agora também na Europa, é o resultado de um criterioso trabalho de pesquisa dos seus projetos e da qualidade na fabricação de seus equipamentos. Durante o tempo em que se desenvolveu, parálela- | mente ao sistema plantio direto no Bra- — silena América Latina, a Semeato aperfeliçoou diversos mecanismos de suas . —— AhitF——====—=— o A! A O a a — semeadoras, principalmente aqueles re- | lacionados ao corte da palha, que é a — maior dificuldade enfrentada pelos equipamentos similares existentes no mercado. Hoje, essa dificuldade não é mais problema para os produtores que utilizam a tecnologia Semeato, graças ao desenvolvimento do Sulcador de Efeito Guilhotina. Após muitos anos de pesquisa e investimentos em tecnologia, a Semeato obteve o direito de propriedade e de P 19101896-0, do Instituto Nacional de “Facão Guilhotina” da Semeato foi ES Revista Plantio Direto - Novembro/Dezembro de 1998