O Cancro da Haste Causado por Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis na Cultura da Soja


Autores:
Publicado em: 01/11/1998

Cancro da Haste causado por Diaporthe phaseolorum [. Sp. meridionalis na cultura da soja Marcos Augusto de Freitas Engº Agrônomo, M.Sc. Fitopatologista do Convênio UnB /EMBRAPA/Cerrados. Depto. de Fitopatologia, Universidade de Brasília.

Adalberto Correa Café Filho Engº Agrônomo, M.Sc., Ph.D. Fitopatologista Prof. Adjunto do Depto. de Fitopatologia da UnB, Universidade de Brasília.

Luiz Carlos Bhering Nasser Engº Agrônomo, M.Sc., Ph.D. Fitopatologista EMBRAPA/Cerrados.

Introdução Inicialmente cultivada na China, a soja (Glycine max (L.) Merril) permaneceu no oriente, chegando à Europa no fim do séc. XV e começo do séc. XVI (Bonetti, 1981). Os primeiros relatos sobre o cultivo da soja nos EUA datam de 1804. A partir de 1880, essa cultura adquiriu importância nesse país e só a partir de então veio a ser industrializada pela primeira vez em 1915, na Carolina do Norte (Bonetti, 1981).

Atualmente essa leguminosa é a uma das mais importante oleaginosa cultivada no mundo.Da produção mundial total das oito principais oleaginosas (soja, algodão, amendoim, girassol, colza, linho copra e palma), estimada para a safra 1992/93 em 225,44 milhões de toneladas, a soja participou com 51 %, ou seja, 115,20 milhões de toneladas (Roessing & Guedes, 1993). Sendo os principais produtores EUA, Brasil China e Índia (tabela, 1).

No Brasil, dentre as principais culturas, a importância da cultura da soja, vem crescendo desde o início da década de 60 (Roessing & Guedes, 1 993) Atualmente, a soja, é a principal espécie cultivad | no país, contribuindo com aproximadamente Uss 3,8 bilhões em 1995 (SECEX/DECEX, 1996), e exportações com soja triturada, farelo de soja, óles de soja bruto e óleo refinado. Atualmente os cinco principais Estados brasileiros produtores são Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul! e Goiás (tabela-2).

À exploração econômica do seu potencial de rendimento dificilmente é alcançada pela falta de manejo adequado, tais como controle integrado de Pragas e doenças, utilização de plantas resistentes, rotação de culturas. Entretanto estas práticas já vem sendo incorporadas na rotina das propriedades dos = produtores de soja no Brasil (Moscardi, 1993). a Dentre os principais fatores limitantes para ã d da soja estão as doenças (Hymowitiz, 198%; = A ONNOR A. reduzir o rendimento em mais de A A * milhões à 288). Na safra 1989/90 (produção de E E Fúria: + toneladas) estimou-se uma perda, O E tonel O INES de aproximadamente 5 milhoes | adas ou o equivalente a US$ 830 milhões (Yorino! o taram reduções de até 71 % da produção em plantas infectadas por Fusarium SP. e 59,2 % da produção em plantas infectadas naturalmente com Fusarium solani f. sp. glycines.

O agente causal O cancro da haste da soja, “stem canker”, nome proposto por Crall (1950), foi originalmente descrito autores identificaram o patógeno como uma raça de D. phaseolorum var. batatatis, com base em características morfológicas, como homotalismo, presença de peritécio cespitoso e ausência de picnídios e, na patogenicidade dos isolados.

Em 1973, na região Sul dos EUA, foi observada uma nova epiífitia de cancro da haste, sendo esses isolados mais agressivos do que aqueles encontrados na Região Norte desse país, onde a doença havia diminuído de importância com a introdução de cultivares de soja resistentes (Backman et al., 1985 ab).

Durante três décadas, pareciam existir dois patógenos distintos destruindo lavouras de soja nos Estados Unidos, uma predominante na Região Norte e outra no Sudeste desse país, ambas reconhecidas dentro da variedade “caulivora”. Baseado em características morfológicas observadas, tais como morfologia da colônia, na ocorrência e tamanho do estroma, na presença e morfologia do peritécio, formação de conidioma, tamanho e forma dos ascosporos, na produção de clamidósporos, na presença de picnidios, taxa de crescimento radial a dijerentes temperaturas, na especialização fisiológica e na patogenicidade dos isolados, Morgan-Jones (1989) propôs, para o organismo causador do cancro da haste da soja no Sul dos Estados Unidos, o nome de D. phaseolorum f.sp. meridionalis (= Phomopsis phaseoli f.sp. meridionalis).

O complexo Diaporthe/Phomopsis pode causar redução do estande, queda na produção e ainda redução na qualidade das sementes (Ploper, 1989). Segundo Backman et al. (1985 b) e Schmitthenner (1989), o fungo D. phasolorum f. sp. meridionalis é altamente agressivo e as perdas de produção podem atingir 100 % em cultivares suscetíveis.

O cancro da haste foi observado pela primeira vez no Brasil, na safra 1988/89, nos municípios de Ponta Grossa, Palmeiras, Castro e Tibagi, no Paraná, e em maio do mesmo ano, em Rondonópolis, Mato Grosso (Yorinori et al., 1989). Na safra 1989/90 foi encontrado em praticamente todas as áreas produtoras do país (Yorinori, 1990). Na safra 94/95, estimou-se perdas de até 40 % na produção de soja Dee nos estados de Goiás, Minas Gerais e is rito Federa)| (Anjos & Nasser, 1995, comunicação pessoal) e, atualmente, D. phaseolorum f. sp. meridionalis (Morgan-Jones, 1989) é um dos principais problemas fitossanitários para a cultura da soja no país. à Recentemente Nasser et al. (1995), consa aram perdas causadas por D. phaseolorum f. sp. meridionalis, de até 80 %, em lavouras de soja de cultivares moderadamente resistentes.

Tabela 1. Área de produção e rendimento de soja dos principais países produtores, safra 1995/96.

Fonte: IBGE e FAO, 1996 Tabela 2. Área de produção e rendimento de soja dos principais estados produtores, safra 1995/96.

a a, E 7 a e o om nm DA PRE FIDOUCAO * a q h. ps — m— É na Naa A a ra FÉ = P Tal Tal * DA É À F É à pm à [À m à Fonte: IBGE e FÃO, 1996 Os prejuízos acumulados pelo cancro da haste foram estimados em US$ 350 milhões no período de 1989 a 1995, a nível nacional. Apenas na safra 1994/1995 as perdas foram superiores a US$170 milhões (Yorinori, 1996).

Sintomatologia Sabe-se que a infecção por D. phaseolorum f. sp. meridionalis ocorre nos estádios iniciais de desenvolvimento, mas os sintomas da doença surgem apenas no início do estádio reprodutivo, como pequenas lesões de coloração marrom-avermelhada. O progresso das lesões se dá acropetalmente, se tornando cancros necróticos deprimidos, lesões de coloração marrom-avermelhada, que podem anelar toda a planta no estádio R.5, vagens cheias (Ritchie Revista Plantio Direto - Novembro/Dezembro de 1998& E Sementes et al., 1982: Backman et al., 1985 ab; Ploetz & Shokes, 1985; Damicone et al., 1987: Rothrock et al. 1988; Smith & Backman, 1989). O fungo apresenta período de incubação superior a 50 dias (Ploetz & Shokes, 1985). Estudos realizados por Backman et al. (1986), citados por Ploetz & Shokes (1987 a), sugerem que infecções que ocorrem após o estádio V9 (Ritchie et al., 1982) não resultam em desenvolvimento de doença. Infecções antes desse estádio de desenvolvimento da soja causam doenças e perdas de produção em cultivares suscetíveis (Ploetz & Shokes, 1987 ab).

Dispersão de Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis a partir de um ponto inicial de inóculo À semente é considerada a principal via de disseminação do cancro da haste para novas áreas (Backman et al., 1985 ab; Román et al., 1996). As sementes infestadas podem originar plantas doentes, nas quais se formam os picnídios, dentro dos quais estão os conídios e os peritécios contendo no seu interior os ascósporos, sendo esses esporos responsáveis pelas infecções primárias (Backman et al., 1985 ab). Nos restos culturais remanescentes, serão formados os picnídios e peritécios que servirão de inóculo para as culturas subsequentes Mario José Basso TRIGO - AVEIA - CEVADA MILHO - FEIJÃO - SOJA BR 285, km 142 - Caixa Postal 107 - CEP 95200-000 Fone/Fax: (054) 231 1132/504 5651 VACARIA - RS E-mail: stesmjbOQnutecnet.com.br Melhor desde a raiz 2002 FT-9 (Backman et al., 19895 ab; Rothrock et al., 1985. Subbarao et al., 1992 a). Conídios e ascósporos são liberados dos picnídios e peritécios, respectivamente, em uma matriz gelatinosa (Backman et al., 1985 ab, Ploetz & Shokes, 1985), e são transportados pelos respingos de chuva ou respingos de chuva associados ao vento, atingindo os pecíolos, base dos pecíolos e o caule da hospedeira e subsequentemente infectarão as plantas de soja (Backman et al., 1985 ab: Ploetz & Shokes, 1985; Ploetz & Shokes, 1987; Subbarao et al., 1992 ab).

Com exceção dos estudos de Damicone et al, (1990) com D. phaseolorum f. sp. meridionalis, não existem publicados na literatura especializada, observações dos gradientes de dispersão desse importante patógeno na cultura da soja.

Em estudos de dispersão conduzidos no Brasil Central por Freitas et al. (1997a), observou-se a campo no Distrito Federal, na saíra 1995/96, que os gradientes de dispersão do cancro da haste da soja, se formam naturalmente em campo, a partir de focos puntiformes de inóculo de Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis, em todas as direções, a partir do foco. À dispersão máxima calculada foi de 4,76 m a parir do foco paralelo às linhas de semeadura; já na direção perpendicular às linhas de semeadura foi de 2,37 m. À dispersão foi maior no sentido dos ventos predominantes.

e sã : J Prestação de serviços em análises de sementes e D . - : : eterminação da qualidade fisica, e sanitária de sementes fisiológica Ta, 640 - Fone: (054) 314 1565 Passo Fundo - RS Efeito do cultivo mínimo e do plantio direto O plantio direto nos Cerrados teve Início no município de Rio Verde-GO em 1981, inicialmente numa área do na: s Par de 1991 esse sistema de cultivo Se expandiu consideravelmente. com grande rapidez (Landers, 1995). As pesquisas sobre O sistema de plantio direto, até o presente Dasicamente limitam-Se às alterações dinâmicas que ocorrem na estrutura do solo, a exemplo de Tormena & Roloff (19968) e fertilidade do solo (Santos & Siqueira, 1 996) e estudos relacionados ao comportamento da planta nesse sistema (Voss & Sidiras, 1985 e Santos & Reis, 1991). Estudos comparando-se a incidência e Sseveridade de doenças na cultura da soja nos sistema de cultivo mínimo e direto no Cerrado são praticamente inexistentes no Brasil.

Sabe-se que a incidência e a severidade do cancro da haste da soja são influenciadas pelo sistema de cultivo e do tipo de manejo. Rothrock et al. (1985, 1988) estudaram, na Georgia, Sul dos EUA, a influência de dois sistemas de cultivo na incidência e severidade do cancro da haste na cultivar Hutton. Esses autores venficaram que no sistema de plantio direto a incidência da doença foi maior do que no sistema de plantio convencional. Comportamento semelhante foi constatado por Yorinori (1996), em avaliações realizadas em Ponta Grossa-PR, na safra 1990/91. Também foi observado maiores níveis de doença no tipo de manejo soja-trigo-soja em relação ao soja-pousio-soja. Backman et al. (1985 b) e Schmitthenner (1989) sugerem a rotação de cultivares e rotação com plantas naão-hospedeiras, como milho e sorgo. Essas práticas tem sido recomendadas no Alabama e Mississippi, EUA, em áreas com altas infestações desse patógeno. Segundo Yorinori (19986), o cultivo de milheto após a cultura da soja tem reduzido as perdas nessa cultura devido ao cancro da haste. Experimento de campo, conduzido na safra agrícola 1995/96, em Formosa-GO, mostraram que a incidência e severidade de doença nas cv. FT- Seriema e FT-Cristalina foram menores no plantio direto em relação ao cultivo mínimo (Freitas et al. 1997 a).

A produção de grãos por parcela útil, para a cultivar FT-Cristalina em cultivo mínimo (CM) foi de 1.047,6 g em plantio direto (PD) de 1.284,9 9. A cultivar FT-Seriema em CM e PD produziu 1.340,0ge 1.529,5 g por parcela, respectivamente (Freitas et al. 1997 a).

Segundo Román (1995) há variação na patogenicidade entre isolados de D. phaseolorum |. Sp. meridionalis. Observamos também que há uma variação significativa na cor de colônias dos isola- VOS Sucessivos dos materiais exis- SEIS torna-se necessário um estudo 9I1CO sobre o comportamento de D. phaseolorum f. Sp. meridionalis, na região dos Cerrados brasileiros. Como por exemplo, determinar a epoca do ano que os picenídios e peritécios são formados nas hastes remanescentes na superfície do SOlO OU Nas bases das hastes das plantas colhidas, o tempo que os conídios e ascósporos ficam viáveis no campo no Brasil Central, quantificar o inóculo for- Mmado nos sistemas de cultivo mínimo e plantio direto e ainda efetuar um acompanhamento das safra agicolas observando o comportamento das cultivares resistentes em relação às infecções pelo fungo causador do cancro da haste. E também estudos mais detalhados da patogenicidade e variabilidade q. Isolados originários das diferentes regiões brasileiras.

Influência da incidência e severidade do cancro da haste da soja pela densidade de semeadura.

Estudos que correlacionam população de plantas de soja por hectare com a incidência e severidade de D. phaseolorum f. sp. meridionalis são praticamente inexistentes na literatura.

Alguns autores estudaram fatores que correlacionam espaçamento entre linhas e as doenças da soja. Mmbaga et al. (1979) verificaram que a incidência e severidade de Septoria glycines na cultura da soja, foi superior para espaçamento entre linhas de 18 cm do que para espaçamentos de 38 e 76 cm. Resultados contrários obtidos por Pataky & Lim (1981), mostraram haver uma tendência de aumento de incidência e severidade para espaçamentos maiores entre linhas. À severidade da podridão da haste da soja, causada por Sclerotinia sclerotiorum, foi maior em espaçamentos menores entre linhas do que em espaçamento maiores (Grau & Radke, 1984). A germinação, o vigor e a incidência de Phomopsis spp. em sementes de soja não foram influenciadas pelo espaçamento entre linhas, mas foram afetadas pelo método de controle de plantas daninhas (Bowman et al. 1986). Chin et al. (1993) estudaram o efeito da densidade de plantas e outros fatores na infecção e germinação de sementes de soja, afetada pelo fun Revista Plantio Direto - Novembro/Dezembro de 1998 go D. phaseolorum var. sojae. Esses autores concluíram que quando se aumenta a densidade de plantas, ocorre um aumento da infecção pelo fungo e consequentemente a germinação das sementes decresce.

Em experimento conduzido na safra agrícola de 1995/96 em condições de campo observouse que a severidade da doença foi maior nas densidades de semeadura mais elevadas.

Às cultivares de diferentes níveis de resistência tiveram seus diâmetros de caule reduzidos e Suas alturas aumentadas, progressivamente com o aumento da densidade de plantas. Os resultados confirmaram a alta suscetibilidade da cv. FT-Cristalina com 100% das plantas infectadas. Verificou-se que com o aumento da resistência genética da cultivar a incidência e severidade de doença foram menores. E quando se combinou resistência genética de cultivar com menores densidades de plantas houve redução ainda maior da severidade da doen- Ça.

Controle O controle mais eficiente e econômico do cancro da haste da soja é realizado por meio do uso de cultivares resistentes, combinado com controle quimico e cultural (Weaver et al., 1984: Backman et al., 1985 ab; Schmitthenner,1989; Yorinori, 1990; Subbarao et al., 1992 b). Backman et al. (1985 b) e Schmitthenner (1989) sugerem a rotação de cultivares e rotação com plantas não-hospedeiras, como milho e sorgo. Essas práticas têm sido recomendadas no Alabama e Mississippi, EUA, em áreas com altas infestações desse patógeno. A utilização de sementes produzidas em campos sadios e o tratamento quimico dessas com fungicidas sistêmicos antes da semeadura, também é recomendada (Nasser et al., 1984; Yorinori, 1990: Backman 1985 ab; Yorinori et al., 1993).

O manejo de populações de plantas pode ser uma excelente ferramenta para o controle do cancro da haste da soja em cultivares com moderada a essa doença. Além disso, e pode prolongar o tempo útil das Cultivar tes.

etal,, resistência ssa prática es resisten- Portanto, podem ser recomendadas como medidas de controle econômicas e eficientes Para tentes, assim como a adoção de me des de semeadura.

PS 99%59“2“E RR FREITAS, M.A:: LANDERS, J. N. (Eq MMBAGA, M.T:; GR | iteratura citada BACKMAN, P.ÀA.; WEAVER, D.B. & MORGAN-JONES. G. Etiology, Epidemiology, and Control of Stem Canker. In: STIBLES, R. Proc. World Soybean Conf. III. Westview Press. Boulder and London 1.262 pp.

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