Cultivo de aveia em Sistema de Produção
Elmar Luiz Floss1; Luiz Gustavo Floss21Engenheiro agrônomo e Licenciado em Ciências, Doutor em Agronomia, Professor Titular da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária e Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Passo Fundo; CP 271; CEP:99070-970, Passo Fundo - RS;E.mail: floss@upf.tche.br2Engenheiro Agrônomo, especialista em Administração Rural. Consultor em Gestão de Empresas do agronegócio da FLOSS Consultoria e Assessoria em Agronegócios Ltda. Passo Fundo-RSE.mail:luiz.gustavo@flossconsultoria.com.br
1. Introdução
Um Sistema de Produção pode ser definido como o ”conjunto de atividades econômicas desenvolvidas numa propriedade agrícola, envolvendo a produção vegetal e animal, com o objetivo de aumentar a rentabilidade de forma sustentável”. Busca-se, a redução dos riscos climáticos, de mercado e biológicos, o melhor aproveitamento dos fatores de produção da propriedade (terra, máquinas e equipamentos, benfeitorias, mão-de-obra, etc) e, a diversificação das entradas de receitas.
A viabilização de um Sistema de Produção, envolve vários aspectos, como: a) a diversificação de culturas; b) a adoção do sistema de semeadura direta; c) a rotação de culturas; d) a utilização de sistema integrados de controle de pragas, moléstias e plantas daninhas; e) a integração da lavoura-pecuária; f) e, a consorciação de culturas e implantação de culturas intercalares.
A inclusão da aveia no Sistema de Produção do Sul do Brasil, como cultura de inverno/primavera, aumenta de importância a cada ano que passa, especialmente, com o aumento da utilização do sistema de semeadura direta (SSD) e devido as suas diversas formas de utilização desse cereal, como a produção de grãos, a formação de pastagens de inverno/primavera, a elaboração de feno ou silagem e a cobertura verde/morta do solo.
A partir da década de setenta, em todo o Sul do Brasil, a aveia-preta tornou-se a principal cultura de cobertura verde/morta do solo, com vistas a sustentabilidade do sistema de semeadura direta, no controle da erosão e a alta produção de biomassa seca. Dessa forma, a palhada de aveia tem efeitos positivos nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Exerce também efeito alelopático sobre uma série de plantas daninhas e controle de moléstias como o mal-do-pé (Gauenmanomyces graminis) em trigo e a redução de nematóides e esclerotínia da soja.
Com a necessidade de diversificação da exploração agrícola e o aumento da renda na propriedade, várias regiões tradicionais produtoras de grãos, iniciaram a integração da lavoura com a pecuária, especialmente, a pecuária leiteira. Estima-se que apenas no Planalto Sul-riograndense, mais um milhão e quinhentos mil hectares sejam utilizados no inverno como plantas forrageiras, utilizadas na produção de leite e também terminação de bovinos.
A aveia é a gramínea anual de inverno mais utilizada na formação de pastagens no Sul do Brasil, em cultivo isolado ou em consorciação com outras forrageiras (Floss, 1982). Esta gramínea permite a alimentação de animais nesta época do ano, quando as pastagens nativas, predominantemente de hábito de crescimento estival, são injuriadas pelo frio, garantindo a produção de leite e carne nas propriedades que adotam o seu cultivo. Considerando os baixos custos de produção na própria propriedade, os grãos de aveia também são importantes alternativas para complementação da alimentação de animais como bovinos de leite, ovinos, eqüinos e, em menor proporção na ração, para suínos, em substituição ao milho.
Atualmente, a produção de grãos de aveia destina-se basicamente à alimentação animal, especialmente, cavalos. Cerca de 55 mil toneladas de grãos de boa qualidade são processados anualmente, no Brasil, pelas indústrias de alimentação humana. O interesse crescente pelo cultivo de aveia-branca, observado nos últimos anos, pode ser atribuído ao aumento da demanda interna deste cereal, preços favoráveis e a disponibilidade de cultivares apresentando potenciais de rendimento superiores aos utilizados tradicionalmente pelos produtores bem como uma melhor qualidade dos grãos.
2. Produção forrageira
Com o aumento crescente da integração da lavoura com a pecuária de leite no Sul do Brasil, aumentou a área cultivada com aveia forrageira, juntamente com outras gramíneas, como azevém, centeio e trigo-forrageiro, além de leguminosas de inverno, como ervilhaca, trevos, ervilha forrageira, dentre outras.
Atendendo ao objetivo de manter o solo coberto pelo maior período de tempo possível (”colher/semear/colher”), a implantação das forrageiras deve ser realizada logo após a colheita das culturas de verão. A densidade de semeadura deve ser de 350 a 400 sementes aptas /m2, numa profundidade de 2 a 5 cm e espaçamento de 15 a 20cm. Os cultivares de aveia-preta Iapar 61-Ibiporá, UPFA 21-Moreninha , IPR 126 e Preta Comum são os indicados pela Comissão Brasileira de Pesquisa de Aveia. Quando busca-se uma produção mais precoce de forragem, indica-se cultivares de duplo-propósito, como UPF 18, UPFA 20-Teixeirinha e Fundacep/Fapa 43.
A consorciação de espécies/cultivares precoces e tardias também é desejável, como centeio ou aveia-branca + aveia-preta + azevém, pois aumenta o período de utilização da forrageira gerando maior produtividade (Figura 1). Os resultados de três anos de avaliação em Passo Fundo, nos anos de 1993, 1994 e 1995 (Fontaneli et al., 1994; Scheffer-Basso et al., 1995 e 1996), observou-se uma produção de forragem superior nas diferentes consorciações, quando comparado com o cultivo isolado. A maior produtividade (médias de 5,9 a 6,2 t/ha de matéria seca) foi obtida na consorciação de espécies precoces (aveia ou centeio) com espécie tardia (azevém), devido ao aumento do período de crescimento e utilização das forrageiras.
Figura 1 – Rendimento de forragem seca (t/ha) de diferentes consorciações de gramíneas de inverno, safras 1993 a 1995 (AZ=azevém; CE=centeio; AP=aveia-preta) (adaptado de Fontaneli et al., 1994; Scheffer-Basso et al., 1995; 1996).
A aveia como forrageira pode ser utilizada de diversas formas: pastoreio, cortada e picada para fornecimento no cocho, feno, silagem ou em grãos inteiros ou laminados. Nas bacias leiteiras ou terminação de bovinos e ovinos, o uso mais consagrado de aveia é o pastejo, em sistema rotacionado. Nas pequenas propriedades, a aveia é cortada e picada, sendo ministrada aos animais nos cochos, sem perdas, de modo que uma pequena área possa alimentar maior número de animais por períodos mais longos.
O primeiro pastejo deve ser feito quando houver uma disponibilidade de 1.500 kg/ha de matéria seca, que é obtida quando as plantas atingem em torno de 30-40cm de altura, tendo-se a densidade de plantas recomendada. Isto representa, aproximadamente, uma produção de 750 a 900g de pasto verde por metro quadrado, cortado a 5-7cm de altura. O tempo necessário para se atingir esse rendimento varia entre trinta a sessenta dias após a emergência. dependendo das condições climáticas e da fertilidade do solo. Após cada pastejo ou corte deve ser realizada uma nova adubação em cobertura com a mesma dose de N.
Com vistas a sustentabiliadde do sistema de semeadura direta, é fundamental que os animais sejam retirados da lavoura com uma antecedência mínima de 21-28 dias antes da dessecação para que haja um rebrote das plantas e a produção de biomassa para não prejudicar a semeadura direta da soja em sucessão. Com este rebrote, além da formação de palha na superfície, o crescimento radicular reduz a compactação superficial do solo provocado pelo pisoteio dos animais.
A digestibilidade constitui um importante parâmetro na avaliação qualitativa da forragem. Ela é diferente nas diversas fases de maturidade da planta, por conta das mudanças que ocorrem na sua composição química. Com o amadurecimento da planta, seu conteúdo de fibra bruta (FB) aumenta e ela se torna menos digestível do que as plantas mais jovens, isso por conta do aumento de lignina e diminuição da proporção folha/colmo. A digestibilidade da MS é superior a 70% até o estádio de floração, de 57,5-60,9% em plantas de aveia no estádio de grão pastoso, diminuindo para 32,9-49,0% quando maduros.
O teor de proteína bruta vai diminuindo a partir do início do estádio de grão leitoso, enquanto o teor de fibra aumenta rapidamente no período de crescimento das folhas, até a emissão das panículas, e depois, decresce. Vários pesquisadores avaliaram o teor de proteína na forragem de aveia e encontraram valores diferentes: de 18,18% na MS, efetuando três cortes; 10,01% na MS, realizando dois cortes; e teores médios de 10,6 a 11,0% de PB. Floss e sua equipe em experimentos obtiveram teores médios de PB de 18,4% e 24,9% no primeiro corte e 11,8% e 15,5% no segundo corte.
Para a fenação, o corte da aveia pode ser realizado quando a gramínea estiver no estádio de floração plena. O teor de proteína é, então, de aproximadamente 16-18% em relação a matéria seca. Entre o emborrachamento e o estádio de grão de massa, o teor de proteína da matéria seca diminui para menos de 14% .
Na ensilagem, recomenda-se fazer a colheita no estádio de floração plena, pois este é o momento em que a planta apresenta alto teor de açúcar, fundamental para que o processo fermentativo ocorra, baixo teor de fibra e alto teor de proteína. Para eliminar o excesso de umidade é necessário promover um pré-murchamento ou pré-secagem, deixando o material durante duas a cinco horas ao sol após o corte, dependendo do teor de MS da forragem. Para obtenção de uma boa fermentação é desejável que o teor de MS seja no mínimo de 30-32%. Nesse caso, obtém-se uma quantidade menor de forragem, mas, de qualidade nutritiva superior, destinada a vacas de lato potencial de produção de leite. Quando o destino são plantéis de menor valor zootécnico, vacas secas e novilhas, a ensilagem é realizada na fase de grão pastoso, sendo o pré-murchamento dispensável, pois o teor de umidade encontra-se no ponto ideal para a silagem. Mantém-se, então, o valor energético, mas é menor o teor de proteína (Floss, 1988).
Na utilização de aveia sob pastejo, na terminação de novilhos tem sido obtidos ganhos de peso vivo de 990g/animal/dia com uma oferta de 1.500kg/ha de matéria seca (Coser et al., 1981) e 1.068g/animal/dia em Ijuí/ RS (Silva et al., 1980). Pela produtividade média de forragem seca obtida na região, pode-se utilizar uma lotação de 3-4 animais adultos/ha. Estima-se que para cada 10 kg de matéria seca haja um aumento de 1kg de peso de vivo.
Quanto à utilização da aveia na produção leiteira, considerando a qualidade nutritiva da forragem, pode-se obter um litro de leite com um kg de forragem seca. Considerando os rendimentos médios de forragem obtidos na região (Figura 1), mesmo considerando uma perda de 25% devido ao pisoteio, há um potencial para produção de 3 a 4 mil litros de leite por ha, utilizando a metade do ano (período frio e chuvoso) e liberando a área para cultivo das principais culturas de verão, como milho, soja, feijão, sorgo, etc.
3. Produção de grãos de aveia
O estabelecimento da aveia-branca, visando a produção de grãos, em sucessão às culturas de verão, deve ser realizado nos meses de maio a julho, dependendo da região fisiográfica do RS. A adubação deve ser realizada de acordo com as necessidades, mediante análise do solo. Aproximadamente aos 30 dias após a emergência (estádio 3-4 folhas) deve-se realizar uma adubação nitrogenada em cobertura, na forma de uréia ou sulfato de amônio. A semeadura deve ser realizada em linhas, utilizando as mesmas semeadoras usadas para a cultura do trigo ou outro cereal de inverno. O espaçamento indicado é de 17-20cm entre linhas, com uma densidade de 200 - 300 sementes aptas/m², na profundidade de 3-5 cm.
Quanto a época de semeadura da aveia visando a produção de grãos, para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sul do Paraná, a época mais adequada é: região de Ijui (RS): 15 de maio a 30 de junho; região de Passo Fundo (RS) 15 de maio a 30 junho; região de Guarapuava (PR): 15 de maio a 15 de julho; região de Vacaria (RS) e Campos Novos (SC): 15 de junho a 15 de julho (Indicações..., 2006).
Para os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a Comissão Brasileira de Pesquisa de Aveia, indica os seguintes cultivares de aveia-branca para a produção de grãos: UPF 15, UPF 16, UPF 18, UPA 20 – Teixeirinha, UPFA 22- Temprana, UPFA – Pampa, UFRGS 14, UFRGS 15, UFRGS 19, URS 20, URS 21, URS 22, URS – Guapa, Albasul e Fapa 4-Louise. Os cultivares indicados apresentam diferentes características e adaptabilidades às diferentes regiões, quanto a precocidade, sensibilidade ao acamamento e geadas, suscetibilidades a moléstias, potenciais de rendimento e qualidade industrial de grãos. Na Figura 2 é apresentado o rendimento médio dos cultivares indicados, cultivados em diferentes regiões do RS, na safra 2005, sem a aplicação de fungicidas. Os cultivares URS 21, UPFA – Pampa, URS -Guapa, URS 20 e UPFA 22 – Temprana, apresentaram um rendimento médio superior a média dos diferentes locais (1148 kg/ha).
Figura 2 – Potencial de rendimento de grãos (kg/ha) de cultivares indicados de aveia-branca, média de diferentes locais do RS, sem fungicida, safra 2005 (adaptado de Floss et al., 2006).
Com a uma ou duas aplicações de tebuconazole (Folicur, 0,75 L/ha), os cultivares URS 21, UPF 15, UPF 18, UPFA 20 –Teixeirinha, Albasul, UPFA 22- Temprana, UPFA-Pampa e UFRGS 14, apresentaram um rendimento médio superior a média dos diferentes locais do RS (2177 kg/ha), conforme observa-se na Figura 3.
Figura 3 - Potencial de rendimento de grãos (kg/ha) de cultivares indicados de aveia-branca, média de diferentes locais do RS, com fungicida, safra 2005 (adaptado de Floss et al., 2006).
Os grãos de aveia podem ser utilizados como suplementação da alimentação de vacas leiteiras, especialmente no verão quando se usa a silagem ou o feno produzido no inverno-primavera. Nesta época também há uma escassez de milho em toda a região sul e desta forma, o grãos de aveia colhidos entre outubro e novembro tornam-se economicamente competitivos, reduzindo os custos de produção de leite nessa época.
Pesquisas demonstraram que há um aumento da ingestão dos grãos que foram processados (laminados), para bovinos de leite. Não é recomendada a moagem dos grãos destinados a alimentação de vacas leiteiras. O ideal é fornecer na forma úmida (1L de água para um kg de grãos), preparados com 12 h de antecedência.
Os grãos de aveia apresentam teores mais elevados de proteína bruta e óleos (energia), mas com mais fibra devido a casca, quando comparado com o milho (Tabela 1). Assim, para vacas leiteiras, o valor nutritivo do grão integral de aveia representa aproximadamente 80% do valor nutritivo do grãos de milho. Dessa forma, o uso de grãos de aveia na complementação da alimentação de vacas leiteiras será economicamente viável sempre que o custo deste for inferior a 80% do custo do grão de milho.
Tabela 1 - Composição química de grãos de aveia branca e milho
Considerações finais
Para obtenção de maiores potenciais de rendimento da aveia e a maximização da renda dentro do sistema de produção, recomenda-se:
a) diversificar cultivares, adaptados à cada região;
b) fazer rotação de culturas;
c) realizar a semeadura na época recomendada para cada região, de forma escalonada;
d) parcelar a adubação nitrogenada;
e) efetuar o pastejo de forma rotacionada, evitando dias de chuva;
f) retirar os animais com no mínimo 21-28 dias antes da dessecação.Referências bibliográficas
COMISSÃO BRASILEIRA DE PESQUISA DE AVEIA. Indicações técnicas para a cultura da aveia. Guarapuava: Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária – FAPA, 2006. 82p.
COSER, A. C.; CARVALHO, L. de A.; GARDNER, A. L. Desempenho de animais em aveia sob pastejo contínuo. Coronel Pacheco: CNPGL, 1981. 9 p. (Circular técnica, 10).
FLOSS, E.L. Utilização e importância da aveia na produção de leite. Universidade de Passo Fundo/Faculdade de Agronomia. Passo Fundo, 1982. 21p (Boletim técnico, 2).
FLOSS, E.L. Manejo forrageiro de aveia e azevém. In: PEIXOTO, A M.; MOURA, J.C. de FARIA, V.P. de. In: SIMPOSIO SOBRE MANEJO DE PASTAGEM, 9. Piracicaba, FEALQ, 1988. Anais. Piracicaba, FEALQ, 1988. p.219-68.
FLOSS. E. L.; CARVALHO, F. I. F. de.; SILVA, C. A. da; et al. Análise conjunta do ensaio brasileiro de cultivares de aveia-branca, 2005. In: XXVI REUNIÃO DA COMISSÃO BRASILEIRA DE PESQUISA DE AVEIA, Guarapuava, FAPA, 4 a 6 de abril de 2006. Resultados experimentais. Guarapuava: FAPA, 2006. p.353-360.
FONTANELI, R. S.; FLOSS, E. L.; SCHEFFER-BASSO, S. M.; BELAVER, P.R; PIERDONÁ, M.L. Consorciação de gramíneas de estação fria, em Passo Fundo, 1993. In: XIV REUNIÃO DA COMISSÃO SULBRASILEIRA DE PESQUISA DE AVEIA, Porto Alegre, UFRGS, 1994. Resultados experimentais. Porto Alegre: UFRGS, 1994. p. 216-219.
SCHEFFER-BASSO, S. M.; FONTANELI, R. S.; ROSSAL, L.. Consorciação de gramíneas forrageiras de inverno para produção de forragem, 1994. In: XV REUNIÃO DA COMISSÃO SULBRASILEIRA DE PESQUISA DE AVEIA, Guarapuava, Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária-FAPA, 1995. Resultados experimentais. Guarapuava: FAPA, 1995. p. 285-290.
SCHEFFER-BASSO, S. M.; FLOSS, E.L.; RUPOLLO, P.; RAMBO, L. Consorciação de gramíneas anuais de inverno para produção de forragem, 1995. In: XVI REUNIÃO DA COMISSÃO SULBRASILEIRA DE PESQUISA DE AVEIA, Florianópolis, UFSC, 1996. Resultados experimentais. Florianópolis: UFSC, 1996. p. 178-183.
SILVA, B.O. da; GROFF, W.; MEDEIROS, R.B. de, 1980. Novilho precoce – Alternativa de produção em pastagem cultivada com e sem suplementação. Ijui: COTRIJUI, 1980. 23p. (Boletim Técnico).
Revista Plantio Direto, edição 97, janeiro/fevereiro de 2007. Aldeia Norte Editora, Passo Fundo, RS.