Percevejos da soja: novos cenários, novo manejo
Jerson V. Carús Guedes1, Jonas André Arnemann2, Glauber Renato Stürmer2,Adriano Arrué Melo3, Mauricio Bigolin2, Clérison Régis Perini4 & Bruno Giacomini Sari41Eng. Agr., Dr., Professor da Universidade Federal de Santa Maria; - Email: jerson.guedes@gmail.com2Eng. Agr., Mestrando do Programa de Pós-graduação em Agronomia da UFSM;3Eng. Agr., Mestrando do Programa de Pós-graduação em Engenharia Agrícola da UFSM;4Estudante do Curso de Agronomia da UFSM.
Adulto do percevejo-marrom (Euschistus heros), do percevejo-verde (Nezara viridula) e do percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii).
Introdução
O cenário fitossanitário da soja vive em constante alteração, apresentando uma dinâmica diversa e complexa para as distintas regiões do País. Os percevejos são o grupo mais daninho de pragas desse cenário, afetando tanto o rendimento, quanto a qualidade dos grãos. Dentre as espécies de percevejos, três são predominantes no Brasil, o percevejo-marrom (Euschistus heros) o percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) e o percevejo-verde (Nezara viridula). O impacto destas espécies está relacionado a sua densidade populacional, ao período de convivência com as fases vulneráveis da soja, mas também com a cultivar.
Qualquer discussão sobre o futuro do manejo de percevejos deve considerar as sensíveis alterações do ambiente de cultivo da soja no Brasil. Entre essas, são destacáveis o crescimento da área cultivada com soja e seu avanço sobre regiões antes não exploradas, o cultivo em uma maior amplitude de épocas, cobrindo vários meses do ano e as ”pontes verdes hospedeiras” que abrigam pragas; a consolidação do plantio direto e seu papel na conservação e proteção a algumas espécies, a redução da presença de plantas daninhas e sua influência sobre os percevejos e seus inimigos naturais, o maciço uso de fungicidas, inseticidas e herbicidas e seu impacto sobre organismos benéficos e a introdução e amplo uso de cultivares indeterminadas, com maior eficiência hospedeira e um maior período vulnerável aos percevejos da soja.
Com relação ao impacto dos percevejos à soja, atualmente dificultam o seu manejo, o nível de controle (NC) demasiadamente elevado que é adotado no Brasil, além de inflexível e ultrapassado, considerando as alterações recentes deste cenário. As ações de controle levando em conta as médias populacionais são frequentemente tardias e ineficazes, aplicadas quando já ocorrem elevadas densidades populacionais de ovos, de ninfas e de adultos; e a submissão das pulverizações de inseticidas às aplicações de fungicidas.
Soma-se a esses fatores, a tendência de redução do número de ingredientes ativos (i.a.) disponíveis no mercado brasileiro, a proibição de alguns inseticidas organofosforados, a falta de inovação e lançamento de novos inseticidas, e a falta da associação desse método de controle, com medidas culturais e biológicas de manejo dos percevejos.
Este texto objetiva propor e discutir de forma transigente, porém irrestrita as questões relacionadas aos percevejos da soja, sua relação com a cultura e com o entorno, seus aspectos bioecológicos e comportamentais; seus danos e níveis de manejo, considerando nessa discussão a evolução do conhecimento e um novo contexto econômico da cultura da soja.
Danos dos percevejos
Os danos dos percevejos já foram amplamente estudados em vários países onde se cultiva soja e envolvem aspectos muito diversos, que impedem generalizações. Estes estudos utilizam muitas formas de avaliação das injúrias e dos danos delas resultantes. Foram estudados os efeitos das fases de ninfa e adulta de diferentes espécies de percevejos, em campo, semi-campo ou em laboratório; também foram estudadas diversas cultivares de soja, com exposição das plantas por períodos que variaram entre 7 e até mais de 50 dias. Estes estudos, entretanto, apresentam algumas falhas na apresentação de sua metodologia, dificultando o seu entendimento e uma análise conjunta de seus resultados, que poderiam dar uma visão ampla do efeito desta praga sobre o rendimento da soja.
Para a mesma espécie de percevejo há variação nos seus danos, dependendo do trabalho analisado, autor e local do experimento. Aliado a isso, foram estudados diferentes arranjos de plantas e períodos de convivência dos percevejos com as plantas de soja, nos quais a imprecisão da definição do estádio fenológico da soja pode ter interferido isolada ou conjuntamente nos resultados.
É difícil chegar a um valor de dano fixo para cada espécie de percevejo, devido aos diferentes fatores envolvidos na estimativa dos danos. A intensidade dos danos causados pelos percevejos da soja depende de (1) espécie de percevejo; (2) estágio de desenvolvimento do percevejo; (3) estádio fenológico da soja em que ocorre o ataque; (4) período de convivência ou duração do ataque e (5) nível populacional da praga. Alguns desses resultados estão apresentados na Tabela 1.
Tabela 1. Perda de peso de soja em convivência com 1 percevejo/m2.
O período de maior sensibilidade da soja ao ataque de percevejos ocorre entre o começo da frutificação (R3) e o ponto de máxima acumulação de matéria seca no grão (R7). Dentro deste grande período o intervalo mais crítico e vulnerável às perdas, encontra-se a partir de R4 (final do desenvolvimento das vagens) até R5.5 (final do enchimento de grãos), de acordo com resultados observados em vários dos estudos analisados.
As cultivares de soja com hábito de crescimento indeterminado e grupo de maturação precoce apresentam maior suscetibilidade aos danos de percevejos, como foi observado por Gamundi et al, (2007), na Argentina. Com esses resultados o Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria - INTA (Argentina) definiu novos níveis de controle para os percevejos da soja, considerando: estádio de desenvolvimento, hábito de crescimento, grupo de maturação das cultivares, espaçamento entre linhas e destino da produção de soja (Tabela 2).
Tabela 2. Níveis de controle de percevejos da soja.
Uma importante característica das cultivares de hábito indeterminado é a presença de legumes em desenvolvimento, derivados das primeiras flores (início do estádio R1), ao mesmo tempo que a emissão de novos nós com novas flores, até a emissão do último nó e por consequência, da última flor. Quando se compara cultivares de soja de hábito de crescimento determinado, como BRAGG e IAS 5, com cultivares de hábito indeterminado, como NS 4823 RR e BMX Potência RR, verifica-se que o período de emissão de nós, durante o período reprodutivo, é de 6 a 7 dias, nas cultivares antigas e entre 25 e 30 dias, nas novas cultivares (STRECK et al., informação pessoal). Essa grande diferença de tempo de emissão de flores acaba aumentando a duração dos períodos R3, R4, R5 e R6 nas cultivares de hábito indeterminado que, por sua vez, ampliam a oferta de condições adequadas ao desenvolvimento dos percevejos e tornam estas cultivares mais vulneráveis aos seus danos.
Nível de dano econômico (NDE) e nível de controle
O manejo integrado de pragas (MIP) pressupõe a adoção de um conjunto de práticas que visam manter a população de percevejos inferior aos níveis que causam danos à soja. No MIP, a adoção de estratégias de controle é determinada pelo nível de dano econômico, que está associado ao nível populacional dos percevejos levantados pelos métodos de amostragem. Populacional ou numericamente o nível de controle é inferior ao nível de dano econômico (NDE).
Com base nas INDICAÇÕES TÉCNICAS DA SOJA NO RIO GRANDE DO SUL E EM SANTA CATARINA, (RTP-SOJA-Sul, 2010) o controle deve ser realizado quando a população atingir dois percevejos por metro de fileira (adultos ou ninfas a partir do terceiro instar). No caso de lavouras de produção de sementes, este nível deve ser de um percevejo por metro de fileira. Entretanto estes valores não podem ser fixos ou imutáveis, e foram estabelecidos há mais de 20 anos, sob uma realidade completamente distinta do cenário que hoje se verifica na soja. Entre estas diferenças, pode se listar como mais importantes a variação dos valores relativos ao resultado da produção de soja (valor da soja x produtividade) que estabelece um valor da produção por unidade de área muito maior que nos anos 80 ou 90.
Grãos danificados e ninfas de percevejo-verde (Nezara viridula).
Também se alterou o custo dos tratamentos (inseticida + serviços), hoje reduzido sensivelmente. Estes dois componentes isoladamente alteraram, para menos, o número de percevejos por unidade de área, no qual se deve iniciar o controle. Portanto, o NDE adotado nos anos 80 e 90 não pode ser mais o NDE da atualidade, e em consequência o nível de controle (NC) também será inferior àquele. Embora se considere que pode haver discussão a respeito, há fatos incontestes, no debate, como: 1) a soja tem hoje maior valor por saca; 2) se produz hoje muito mais soja por unidade de área, 3) o resultado produtividade × preço é muito maior, portanto a relação custo do controle × risco se alterou sensivelmente; 4) os tratamentos inseticidas estão mais baratos; 5) embora não seja prático em campo é mais fácil ter um número mais preciso da população de percevejos por unidade de área (métodos mais acurados, como o pano-de-batida vertical); e 6) se conhece melhor a biologia, ecologia, comportamento e os danos das espécies, em relação aos anos 80 e 90.
Manejo dos percevejos da soja
Distribuição da população e ocorrência na entressafra
Conhecer a distribuição espacial dos percevejos é um recurso adicional para auxiliar o controle desses insetos-praga na cultura de soja. O monitoramento das populações de percevejos através do levantamento georreferenciado permite a visualização da sua ocorrência, distribuição e infestação na lavoura. Normalmente a colonização das áreas ocorre no final do período vegetativo e início do período reprodutivo da soja. A partir desse período a densidade de percevejos aumenta e é capaz de produzir perdas significativas.
Em trabalho realizado pela Equipe do LABORATÓRIO DE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS – LabMIP - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, no município de Jóia, em uma área irrigada por pivô central, com 92 ha, sendo 41 ha com soja e 51 ha com milho, se avaliou a distribuição espacial de percevejos nos cultivos e no seu entorno durante dois anos (Figura 1). Foram encontradas as espécies E. heros, Dichelops furcatus, P. guildinii, N. viridula e Edessa meditabunda, que na fase inicial da cultura estavam localizados na borda do mato e do açude e no banhado, que servem de abrigo para percevejos fora da lavoura.
Figura 1. Distribuição espacial de percevejos em área de cultivo de soja e milho, sob pivô central.
A partir do enchimento de grãos a população de percevejos aumentou em grande parte da área de soja (vermelho), especialmente na soja mais precoce, em relação a soja da área sob irrigação do pivô. Esses resultados confirmam que as sojas mais precoces propiciam populações de percevejos que posteriormente irão infestar lavouras adjacentes mais tardias. As aplicações nas bordaduras da lavoura podem auxiliar na diminuição da infestação na lavoura de soja. Após a colheita da soja, em avaliações realizadas na palhada, a maior população de percevejos foi encontrada em locais fora da lavoura. Demonstrando assim que os percevejos procuram locais de refúgio no período de entressafra.
Amostragem e monitoramento
A amostragem de percevejos da soja recomendada (RTP-SOJA-Sul, 2010) deve ser feita com o pano-de-batida, com duas tomadas em uma fileira de soja (1m); fazendo 6 amostras para áreas de até 10 ha, 8 amostras para áreas de 11 a 30 ha e 10 amostras para áreas de 30 a 100 ha, para áreas superiores a 100 ha, recomenda-se subdividir em talhões de 100 ha.
A quantificação mais eficiente dos percevejos da soja deve ser feita usando pano-de-batida largo (RTP-SOJA-Sul, 2010); ou com o pano-de-batida vertical, de uso mais prático e rápido (GUEDES et al., 2006). Estudos comparativos entre métodos para pragas da soja demonstram maior capacidade de coleta do pano-de-batida vertical em relação ao pano-de-batida ”antigo” (GUEDES et al., 2006). Estudos recentes desenvolvidos na UFSM apontam para a necessidade de se fazer mais de 20 pontos de amostragem dentro da lavoura, para estimar a densidade mais precisa de percevejos da soja, independente do tamanho da área. Para a estimação da média do número de percevejos, 52 pontos amostrais são necessários com a utilização do pano-de-batida ”antigo”; para o pano-de-batida largo e o pano-de-batida vertical são necessários 27 pontos amostrais (STÜRMER, 2012).
Em geral, somente alguns produtores realizam amostragem nas suas lavouras, que determinam aplicações de inseticidas preventivas e/ou aleatória, muitas vezes juntamente com outros agrotóxicos. Essas práticas têm consequências negativas, provocando desequilíbrios nas lavouras, afetando os inimigos naturais e aparecimento de insetos-praga que antigamente não tinham expressão.
Em trabalho desenvolvido pelo LabMIP-UFSM, entre 2009 e 2010, no qual aproximadamente 400 produtores de soja do Rio Grande do Sul e Paraná foram entrevistados, cerca de 60% do Rio Grande do Sul responderam que utilizam o pano-de-batida; no Paraná estes valores são menores e cerca de 41% dos produtores utilizam o pano-de-batida enquanto 59% não utilizam (GUEDES - informação pessoal).
As culturas em rotação e sucessão com a soja influenciam na população de percevejos. Assim o monitoramento da densidade populacional deve ser realizado também no período de entressafra. Os demais cultivos e plantas daninhas e no entorno da lavoura podem influenciar na dinâmica populacional de percevejos. Nesse período pode-se realizar amostragem de percevejos na palhada com observações visuais, no local e ou, utilização de métodos de amostragem que permitam quantificar a população de insetos-praga. Em trabalhos realizados pelo LabMIP, nos quais avaliou-se a densidade populacional de percevejos na entressafra, verificou-se a presença de percevejos adultos protegidos na palhada e posteriormente na cultura do azevém, durante todo o período de entressafra (KUSS-ROGGIA, 2009). Com o monitoramento pode se avaliar como está a densidade populacional de percevejos na área e realizar controle caso for necessário, antes mesmo de ocorrer danos a cultura.
Controle químico
O controle químico dos percevejos da soja apresenta muitas dificuldades, considerando os aspectos relacionados às espécies e suas distintas tolerâncias aos inseticidas, suas características bioecológicas (elevado potencial reprodutivo) e comportamento (hábito alimentar peculiar e distribuição agregada); ao ambiente, especialmente pela oferta de alimento e abrigo, à redução dos inimigos naturais, além da oferta de hospedeiros em diferentes épocas do ano. Também tornam o controle difícil, às características da cultura da soja, relacionadas à densidade de plantas, ao índice de área foliar elevado e os períodos reprodutivos mais longos (com emissão de flores por mais de 25 a 30 dias) presentes nas sojas ”modernas”. Por fim, aos aspectos operacionais do controle, como a redução do número de ingredientes ativos e o reduzido número de grupos químicos disponíveis, aos métodos de pulverização que não alcançam os insetos, ao início tardio do controle e aos erros de aplicação.
Durante muito tempo o controle químico dos percevejos da soja foi realizado com inseticidas de baixo custo e que apresentavam relativa eficácia de controle. Entre os percevejos, o marrom (E. heros) apresenta maior tolerância aos inseticidas e esta foi uma das primeiras dificuldades de controle. Adicionalmente, esta espécie começou a apresentar resistência a alguns destes inseticidas, entre eles, Endosulfan, Monocrotofós e Metamidofós (SOSA-GOMEZ et al, 2001). Esses casos de resistência, somados ao lançamento de novos inseticidas, criou as condições para proibição da comercialização de Monocrotrofós e Metamidofós. O cancelamento da produção e comercialização desses inseticidas determinou mudanças nas estratégias de controle, pois com a impossibilidade da sua utilização o produtor teve que lançar mão de outras alternativas de controle. Existem diversos produtos registrados para o controle de percevejos na cultura da soja (nomes técnicos, nomes comerciais e doses – vide Tabela 3).
Tabela 3. Inseticidas registrados para controle dos percevejos da soja.
A aplicação de piretróides para o controle de percevejos apresenta pronunciado efeito de choque, entretanto estes inseticidas produzem um severo efeito deletério sobre a fauna benéfica, como parasitóides, predadores e também polinizadores. Outra alternativa de controle, amplamente utilizada, é o uso das misturas de piretróides com neonicotinóides. Esses tratamentos são eficazes quando adotadas as doses de registro, e aplicadas no momento adequado, ou seja, no início do crescimento das populações de percevejos.
Com relação ao controle das espécies, existe um claro, e por vezes pronunciado, gradiente de doses para diferentes espécies. Dentre as espécies é notória a maior tolerância natural do percevejo-marrom (E. heros), em relação ao percevejo-verde-pequeno (P. guildinii) e este ao percevejo-verde (N. viridula), ganhando assim a correta identificação das espécies ganha maior importância. Com relação ao gradiente decrescente de doses, para as espécies listadas acima, acefato, não segue este padrão. Paralelamente à questão das espécies, também há uma distinta reação das fases de vida aos inseticidas. As ninfas de primeiro, segundo e terceiro instar apresentam menor movimentação e alimentação que dificultam o seu controle. Já as ninfas de quarto e quinto instar de P. guildinii, por exemplo, além de terem uma alimentação semelhante aos adultos, possuem uma movimentação significativa entre os terços da planta habitando principalmente o extrato médio e superior (KUSS-ROGGIA, 2009), que as tornam mais suscetíveis.
Considerações finais
Com os novos cenários da cultura da soja e a proposta de um novo enfoque de manejo, abordados e apontados nesse texto, se espera, resultem em reflexões, debates e pesquisas, que conduzam a alterações do manejo dos percevejos da soja.
O futuro do manejo desse grupo de pragas deve ser revisado a luz da nova realidade econômica da cultura e a luz dos novos conhecimentos sobre os percevejos da soja. Também, levar em conta aspectos fitotécnicos e fitossanitários da soja, os métodos de controle e o ambiente.
Esta nova visão do manejo de percevejos da soja deve caminhar para ter uma visão sistêmica da situação, considerando todas as suas dimensões, levando em conta o conjunto das pragas da soja e considerando a realidade e a diversidade da lavoura de soja brasileira.
Além desses aspectos é proposto que também se discuta, considere e busque:
Adotar metodologias mais práticas, eficazes e rápidas para a amostragem de pragas;
Flexibilizar o nível de controle em função das espécies de percevejos;
Flexibilizar o nível de controle para os diferentes hábitos de crescimento da soja;
Flexibilizar o nível de controle para os diferentes grupos de maturação da soja;
Adaptar e adotar as tecnologias de precisão no manejo de pragas;
Retomar ou desenvolver o manejo localizado das populações (bordaduras e reboleiras);
Buscar a inovação, a integração e o uso de novas tecnologias de manejo;
Combater o uso aleatório e indiscriminado de inseticidas em soja;
Cuidar da segurança das pessoas envolvidas nas atividades agrícolas.
Priorizar o cuidado com o ambiente dos agroecossistemas sojícolas.
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